Ano XVIII - EDIÇÃO 1009

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J. MORAIS

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BRASINHA I – Sem muitas surpresas, se confirmaram as três candidaturas majoritárias em Três de Maio. Também se confirmou a repetição de no mínimo três candidaturas ao Executivo, o que vem se repetindo nos últimos pleitos. Mesmo com muitas movimentações de bastidores nos últimos dias, nada se modificou no panorama que vinha se desenhando há algum tempo.
BRASINHA II – A maior surpresa talvez tenha sido a volta do Dr. Sixto Bombardeli à disputa. Com a dificuldade de atrair outro partido para compor a chapa majoritária, o PT decidiu por uma chapa pura, que é o sonho de todos os partidos, embora temerária no atual contexto da política.
BRASINHA III – Nos últimos dias antes das convenções rolou todo tipo de boato. Talvez tivessem o objetivo de desestabilizar algumas prováveis candidaturas. Chegou-se a afirmar que um determinado candidato teria desistido e a candidatura a vice estava sendo ofertada a outros partidos. Outra candidatura de vice estaria sendo ofertada para outros partidos, mas que não teria encontrado guarida. Enfim, nada se confirmou.
BRASINHA IV – Muito jogo de cena, o que faz parte da política. No fim, as convenções foram realizadas, os prováveis candidatos foram confirmados e o quadro sucessório está definido. Começam as estratégias de campanha.
BRASINHA V – Olívio Casali e João Mella, na coligação PP/PPS, com o apoio do PTB, PSDB e DEM, um sensível reforço, se comparado com as eleições passadas, quando o PP teve apenas o apoio do DEM. Vanderli de Barros e Sixto Bombardelli, do PT, com o apoio do PSB, em relação às eleições passadas perde o apoio do PTB. E Alceu Stein e Eliane Fischer, na aliança PMDB/PDT. O PMDB soma reforço, uma vez que na eleição passada concorreu sozinho.
BRASINHA VI – De todas as convenções, a mais disputada foi a do PSDB. Onze convencionais votaram pela coligação com o PT e onze, pela união com PP/PPS,PSDB e DEM/. Para o desempate foi necessário o voto de minerva do presidente do partido, Kurt Grenzel, que votou pela coligação com a chapa de oposição.
EM HORIZONTINA, também sem muitas surpresas, as convenções oficializaram três candidaturas. Os dois principais embates se repetem praticamente há três eleições, entre os mesmos partidos e os mesmos candidatos. A situação repete a mesma coligação da eleição passada, inclusive com o mesmo candidato a vice. Encabeça a chapa Adilson Abraan do PDT, Eduardo Jorge Horst, candidato a vice, tendo o apoio do PSB. A oposição também tem o mesmo candidato a prefeito da eleição passada: Irineu Colato, do PP, que na eleição passada era situação, tendo Nilton Garcia do PMDB como vice e o apoio do PSDB e PC do B. A novidade fica por conta de Marco Aurélio Schneider, o Buda, do PPS , candidato e partido novos, que divide a majoritária com Nildo Hickman do PT, com o apoio do PV.
BOM FIM DE SEMANA, emplacando o mês de julho na expectativa da campanha eleitoral.

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