Ano XVIII - EDIÇÃO 1007

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J. MORAIS

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MAIS UMA – A Setrem novamente comemorando. Agora é o curso de Engenharia da Produção Industrial que recebe o conceito Forte do MEC. É uma instituição diferenciada. Os números e as conquistas não deixam dúvida.
REFLEXOS – Repercute ainda em toda a região o anúncio da vinda da Perdigão para Três de Maio. Na esteira da vinda dessa grande indústria, outras deverão vir. Segundo o secretário de Indústria e Comércio do município, João Carlos Binicheski, nos últimos dias muitas empresas estão buscando informações junto àquela pasta.
OH NOIS AQUI TRAVEIS: Os buracos estão de volta ao longo da BR 472 e da RS 342. Exigem muitos cuidados dos motoristas. Como sempre, muita demora na recuperação das estradas.
A PROPÓSITO - É aquecimento ou resfriamento global?
BRASINHA observa I: Mesmo sem uma definição oficializada, parece que a corrida sucessória de Três de Maio já tem seus principais atores. Os últimos dias estão sendo de intensas negociações. Salvo alguma surpresa muito grande, Olívio Casali, Vanderli de Barros e Alceu Stein serão os protagonistas do confronto eleitoral deste ano.
BRASINHA observa II: O que ainda está indefinido são os apoios e as alianças. Boatos ora dizem uma coisa, ora dizem outra. De definitivo, no momento, apenas as cabeças-de-chapa, e, mesmo assim, só se pode dizer que são definitivas após as convenções, que parece que vão acontecer aos 45 minutos do segundo tempo. Ou seja, no último dia.
BRASINHA observa III: Enfim, faltando 10 dias para expirar o prazo das convenções, os fatos em relação às alianças deixam margem para especulações. É claro que existem algumas coisas que estão na cara, mas, e sempre existe um mas, tudo ainda pode acontecer. Até uma grande surpresa, por que não?
BRASINHA observa IV: Se em Três de Maio o panorama está relativamente claro, o mesmo não ocorre em Horizontina. Na vizinha cidade, nenhuma candidatura, nem mesmo na “cabeça”, está definida. A situação tem seus prováveis candidatos, mas o candidato a prefeito não está definido. Existe uma disputa acirrada pela indicação na cabeça-de-chapa, entre Nico Horst e Adilson Abraan. Correndo por fora, com menos chance, Oldair Bianchi.
BRASINHA observa V: Já na oposição o quadro é ainda mais nebuloso. Quatro prováveis candidatos, a saber, Colato, Buda e Álvaro Calegaro e Nildo Hickman disputam uma indicação de consenso muito pouco provável. A chance maior é que esses dividam-se em duas chapas com Buda e Colato encabeçando, tendo um dos outros de vice, ou ainda, numa terceira via, Adão Canabarro, Ricardo Sauer e Nilton Garcia. Pode também alguém desse grupo se bandear para a situação. Convites não faltam. Enfim, mais imprevisível, impossível.
BOM FIM DE SEMANA, com pipoca, pinhão e quentão.

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