Qual o maior problema da Avenida Uruguai?
“Os
toldos, as cadeiras e mesas nas calçadas e a falta de estacionamento
são três problemas pontuais e sérios. Para o
pedestre, o mais grave é com relação a mesas
e cadeiras nas calçadas. Para o motorista, é a falta
de estacionamento e o desrespeito, por parte dos motociclistas,
que colocam suas motos nas vagas dos veículos. Os toldos
nem chegam a ser um grande problema. Para uma cidade como Três
de Maio, que já começa a despontar no cenário
estadual, precisamos respeitar e discutir essas questões,
que são também culturais. Uma alternativa seria o
estacionamento rotativo. Um Plano Diretor bem planejado e colocado
em prática, que defina cada objeto em seu lugar, também
resolveria o problema”. Ivone Bado Streicher, educadora.
“A
falta de vagas de estacionamento e a falta de bom senso de alguns
empresários e funcionários do comércio local,
que estacionam seus carros em frente dos seus e dos outros estabelecimentos,
onde os carros permanecem lá o dia inteiro. Na Avenida Uruguai,
deveria ser implementado o estacionamento rotativo pago, a exemplo
de Santa Rosa, onde o problema foi solucionado. Além do mais,
foram pintados os locais destinados a carros e motos, e isso não
está sendo respeitado. As motos ocupam as vagas dos veículos,
e se um veículo, por sua vez, ocupar a vaga da moto, é
multado. Deveria existir uma maior fiscalização por
parte da Brigada Militar”. Rose de Camargo Thiel,
vendedora
“Moramos
no interior de São José do Inhacorá. Seguida-mente,
viemos para Três de Maio e é sempre uma dificuldade
a falta de estacionamento. Não encon-tramos vagas disponíveis
na Av. Uruguai. Então estacionamos nas proximidades”.
Débora Balz, estudante.
“Em
horário comercial, é quase impossível encontrar
estacionamento disponível na Avenida Uruguai. A falta de
estacionamento é de longe o maior problema que enfrentamos
no centro da cidade. Nem dá para comparar com toldos ou as
mesas e cadeiras nas calçadas”.
Pámela Hünemeier, estudante.
“Acredito que o maior problema, hoje, na Avenida Uruguai seja
a falta de estacionamento. É crítica a situação.
Mudei o meu estabelecimento comercial da Avenida Santa Rosa para
a Avenida Uruguai e já senti essa dificuldade, principalmen-te
em horário comercial e em dias de chuva. Acredito que deveriam
ser adotadas medidas como em Santa Rosa. Cobrar uma determinada
taxa, de acordo com o tempo em que fica estacionado. Além
disso, muitos deveriam fazer como eu: caminhar. Tem gente que mora
a duas quadras do trabalho e mesmo assim vem de carro. Eu caminho
mais de um km por dia até o trabalho. Com isso, melhoro a
minha saúde, economizo combustível e ainda deixo de
poluir o meio ambiente”. Elói Luis Piccinini,
empresário
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