Instalação de adutora resolve
problema de abastecimento
de água na Rua Farrapos
Obras
devem levar cerca de 90 dias e nova
adutora será responsável
por mais de 30% do
abastecimento de água do município

Serão 1.200 metros de nova tubulação
com diâmetro de 250 milímetros, mais resistentes
a ação do tempo e ao impacto causado pelo
tráfego de caminhões pesados no local
Canos estourados devido ao tráfego intenso de caminhões
pesados e tubulações antigas e frequentes
interrupções no fornecimento de água.
O problema, que se arrastava há pelo menos dez anos
na Rua Farrapos, trecho entre as ruas Riachuelo e Oswaldo
Cruz, começou a ser solucionado definitivamente
no dia 7, pela Corsan de Três de Maio. No local,
a companhia está instalando uma nova adutora de
abastecimento de água tratada para os bairros Schardong,
Medianeira, Santa Rita, Guaíra e Esperança
(antiga Cobrinha) e Vila Nova.
Segundo o chefe da Unidade de Saneamento da Corsan de Três
de Maio, Gerson Jaime Rodrigues, a nova adutora será responsável
por mais de 30% do abastecimento de água do município
e atende a uma reivindicação importante da
comunidade local.
Além desta, o município conta com mais outras
duas adutoras, uma localizada na Rua Consolata, que distribui água
para os bairros Pedreirinha, Oriental e proximidades e
a adutora central, localizada na sede da Corsan, que fornece água
para a maior parte da cidade, compreendendo as avenidas
Santa Rosa e Uruguai, Rua Horizontina e adjacências.
A instalação da adutora deveria ter ocorrido
em outubro passado, mas foi adiada devido aos trâmites
do processo licitatório. Os investimentos são
da Corsan, e o trecho com a nova tubulação,
com diâmetro de 250 milímetros, compreende
1.200 metros, e passa nos fundos do posto de recebimento
de leite da Perdigão. As ruas não estão
sendo interditadas por conta da obra.
O chefe da Unidade de Saneamento adianta que a substituição
da adutora poderá causar a falta de água
neste trecho durante a obra, prevista para ser concluída
em 90 dias.
Para Gerson, a adutora da Rua Farrapos era um dos maiores
problemas no abastecimento de água. “Não
temos pontos críticos, somente casos em que falta água
em determinados momentos. O problema na Rua Farrapos era
crônico. Havia semanas em que os canos de água
estouravam três vezes”.