
Pais
alcoólatras e o cuidado com seus filhos: A 3ª
Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça
de Santa Catarina manteve a decisão do juiz de Concórdia
que decretou a perda do poder familiar dos pais sobre a sua
filha recém-nascida em razão do alcoolismo. Segundo
o relatório do Conselho Tutelar da cidade, em determinada
ocasião a mãe foi encontrada visivelmente alcoolizada
sentada no meio-fio de uma rua, com o bebê no colo e na
chuva. A residência onde moravam não possuía
condições mínimas de higiene. Para o desembargador
Marcus Túlio Sartorato, “seria incoerente admitir,
embora a medida ora adotada seja drástica, a permanência
do poder familiar nas mãos dos genitores, que não
conseguem arcar com seu dever, e não dão condições
de sobrevivência digna à filha que recém
chegou ao mundo.” (Fonte TJSC)
Bispo
Edir Macedo agora é jornalista: O Sindicato
dos Jornalistas Profissionais do Rio de Janeiro terá
que expedir carteira de identidade profissional de jornalista
para o bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino
de Deus. O bispo já possuía o registro de jornalista
colaborador, mas como não é formado em Jornalismo,
não conseguiu a carteira profissional de jornalista.
Procurou a Justiça. Pois a 5ª Turma Especializada
do TRF2 determinou a expedição da carteira profissional
de jornalista sob o argumento de que o Supremo Tribunal Federal
já decidiu que não se pode exigir diploma de Jornalismo
e registro no Ministério do Trabalho como condição
para o exercício da profissão. Nas palavras do
magistrado: “Destarte, se o diploma de Jornalismo não
se faz necessário ao exercício da profissão
de jornalista, evidencia-se o direito líquido e certo
do impetrante de obter a expedição de sua carteira
de identidade profissional” (Fonte TRF2, Processo 2001.02.01.038441-8).
Adicional
ao Bolsa-Família: Está gerando polêmica
a proposta do PSDB em aumentar os repasses do Bolsa-Família
quando a criança for bem na escola. O projeto de autoria
do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) prevê que a família
cadastrada no programa poderá ter um acréscimo,
um “plus” se o filho tirar boas notas na escola.
Se não alcançar notas boas, continua recebendo
o valor normal. Trata-se de um complemento que visa estimular
a família a acompanhar o estudo do filho no colégio,
não bastando apenas a frequência. Já a líder
do governo Lula no Senado, Ideli Salvatti (PT-SC), acredita
que a criança vai sofrer pressão em casa para
tirar notas boas e que isso é cruel. Para a senadora,
a ideia é uma contradição social e pedagógica.
(fonte: Veja.com-colunista Augusto Nunes). E você, concorda
que o estímulo ao estudo com a premiação
quando houver notas boas seria uma crueldade com a criança?
Das
minhas leituras da madrugada: “O caminho do bem
não é fácil, mas fugir dele não
faz com que desapareçam as dificuldades.”
(Provérbio chinês)
Um
ótimo fim de semana a todos!!
Oficial
do Registro de Imóveis e Tabelião de Protestos
Pós-Graduado em Direito Notarial e Registral
Secretário da Associação dos Notários
e Registradores do Brasil (RS)
*
Marcos Salomão é colunista de 12 jornais da região
Noroeste abrangendo 102 municípios.
* Ouça toda quarta-feira na rádio cidade canção
FM (102,3) às 10h30m o programa Minuto Jurídico
com Marcos Salomão
* Acesse o site e saiba mais: www.marcossalomao.com.br