Ano XX - EDIÇÃO 1087

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J. MORAIS

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VELHO PELO NOVO: O projeto concede isenção de IPI ao carro novo que for adquirido em substituição a outro, com mais de dez anos.De acordo com o projeto, o carro novo não poderá ter mais de 2000 cilindradas e deve ter a opção de combustível que não polui o ambiente.A proposta ainda determina alguns requisitos para ter direito ao benefício, como ser dono do carro antigo por no mínimo um ano.Além disso, caso o novo veículo seja vendido antes de três anos da compra, será cobrado o pagamento do tributo atualizado. É uma boa, é só achar quem vai pagar o restante.
SETREM confirma a melhor da região Noroeste.
JUSTO E CERTO: A Comissão Especial da Câmara dos Deputados que avaliou os efeitos da crise financeira, apresentou um projeto de lei que aumenta em duas parcelas o benefício pago à mulher trabalhadora, quando ela for arrimo de família. Atualmente, o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador estabelece que o seguro-desemprego deve ter um período máximo de cinco meses. No auge da crise financeira o Governo Federal aumentou o número de parcelas do seguro- desemprego. Caso a proposta fosse aprovada, a mulher responsável pelo sustento da família passaria a receber até sete meses de seguro-desemprego. Muito justo.
EXPO TERNEIRA será o grande evento de 2010.
SEM MEIO TERMO: A Agência Nacional de Vigilância Sanitária vai manter a proibição às clínicas de bronzeamento artificial, mesmo depois da Justiça do Rio Grande do Sul ter conseguido liberar a atividade no país. O diretor da Anvisa, Dirceu Barbano, disse que não há meio termo entre benefício e risco sobre a prática. Segundo ele, não existem benefícios. A Anvisa deve recorrer da liminar concedida pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, no Rio Grande do Sul. O órgão liberou o método para membros da Associação Brasileira de Bronzeamento Artificial, que representam cerca de 300 clínicas estéticas, fabricantes e importadores.
PROGRAMA de qualidade e produtividade do setor Lácteo começa a decolar.
É O FIM DA PICADA: O consumidor que vai comprar material escolar deve ir preparado para pagar muitos impostos. Um levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, o IBPT, mostra que os tributos correspondem a boa parte do valor cobrado pelos itens listados pelos colégios. A caneta é a campeã da carga tributária.Quase metade do valor cobrado do consumidor, mais de 47%, tem um destino certo: os cofres públicos. Em outros produtos básicos para os estudantes os impostos passam de 40% do preço. É o caso da borracha, da régua, do apontador e da agenda. No caderno e no lápis, também indispensáveis, a carga tributária fica em torno de 35 %.Entre os tributos que incidem sobre os preços dos materiais escolares estão ICMS e IPI.
BOM FINAL DE SEMANA, torcendo por uns dias de sol.

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