
À GUISA
DE COMENTÁRIO – CUIDAR DA NATUREZA – É preciso.
A nossa geração é daquelas que não
se preocupava com a natureza. O que já não aconteceu
com a geração de nossos filhos. Ninguém
tinha dó de derrubar árvores, de desmatar irracionalmente,
as águas não eram respeitadas. Jogavam-se químicos
dentro e toda fauna aquática se perdia. Não havia
poluição por emissão de gases. Foi um descalabro
ecológico. Até que, de repente, nas décadas
de 80 e 90 abriram-se os olhos de um Lutzenberger e vozes isoladas
começaram a se levantar em defesa do meio ambiente. É que
a poluição crescia a olhos vistos, com a emissão
de gases, em consequência do crescimento do volume de veículos
e de máquinas poluidoras. Vieram os descalabros climáticos
ao redor do mundo. Veio o Protocolo de Quioto, em 1997, para
o qual muito poucos deram bola. E tudo continuou como dantes
no Quartel de Abrantes. Agora, para tentar dar um basta nessa
derrocada ecológica, ou ao menos limitar a emissão
do dióxido de carbono, tido como o culpado pelo efeito
estufa, culpado pelo aquecimento global, culpado pelas intempéries,
a Conferência do Clima de Copenhague, entre 08 e 18 de
dezembro, na capital da Dinamarca. Hoje, os governantes de todo
mundo precisam tentar segurar essa avalancha de desrespeito que
destrói o universo, gastando muito dinheiro.
HOJE, OS POLÍTICOS E HOMENS PÚBLICOS NÃO SÓ PRECISAM
SER HONESTOS, MAS TAMBÉM PRECISAM PARECER HONESTOS.
ANO DIFÍCIL – No rescaldo de 2009, convém admitir
que foi um ano difícil, sob todos os aspectos. Veio rotulado
com a crise mundial, a estiagem prejudicou a agricultura gaúcha
e o resultado foram muitos milhões de prejuízos,
preços aviltantes das commodities. E, se tudo isso não
bastasse, os vendavais, chuvas em excesso, um inverso rigoroso,
enchentes, tornados, estragos, danos bilionários. Mas a
vida continua. A vida é feita desses contrastes. Talvez,
no ano que vem seja melhor. Ao menos, essa é a esperança,
que não pode morrer.
DO PALÁCIO – É quase humanamente impossível
suportar o ritmo da locomotiva que traciona o Palácio Municipal.
Se a máquina puxa, os vagões têm que acompanhar.
O ano de 2009 foi, deveras, trepidante. E, devagarinho, os resultados
vêm vindo. A Área Industrial II já é realidade.
Na semana passada, foi paga a primeira parcela, no valor de R$
152.307,50, aos ex-proprietários dos 13,2 hectares adquiridos.
O próximo passo deverá ser a compra de uma área
de 12,5 hectares para implantação de um núcleo
habitacional de moradia popular. Ainda neste ano. Todos trabalharam,
neste ano, e muito, no Executivo e no Legislativo. Para o bem de
Três de Maio, apesar das intempéries.
A FRASE PARECE CORRETA: O ESCORPIÃO SE MATA COM O PRÓPRIO
VENENO.
EXAGEROS – Em face de radicalismos dos ecologistas e ambientalistas,
cometem-se exageros. Praticamente tudo está proibido. Não
se pode derrubar uma árvore sem permissão. Construir,
então, nem se fala. A locação de indústrias é uma
verdadeira maratona. O pior de tudo, é grande a preocupação
dos pequenos empresários, dos microempresários industriais,
há décadas instalados, de repente, são banidos
pela Fepam. As empresas são lacradas. Nesse caso, deveria
haver bom senso, porque a maioria não tem recursos, porque
são empresas artesanais, muitas delas familiares, e não
tem como buscar um novo endereço. Precisaria haver mais
compreensão, porque a economia dos municípios também
perde em arrecadação, se perdem empregos e perde-se
receita. Devagar com o andor.
ESTÁ PROVADO QUE O CATASTROFISMO EXISTE: BASTA VER O QUE
ACONTECEU NO ENCERRAMENTO DO CAMPEONATO BRASILEIRO NO ESTÁDIO
COUTO PEREIRA, EM CURITIBA. Quantas vezes foram repetidas aquelas
cenas lamentáveis, que ninguém deveria ver?
ADVERTÊNCIA: “Se vocês da América Latina
se desejam aproximar do Irã devem observar com cuidado quais
poderão ser as consequências”. A advertência é da
ministra Hillary Clinton. É o que pressentia, quando Lula
recebeu com pompa o presidente do Irã. Realmente, houve
alguns lances diplomáticos equivocados no Palácio
do Planalto, ultimamente. Também errou o presidente ao usar
palavrões em discurso, tanto é verdade que dona Marisa
Letícia ficou contrariada.
NATAL DE PAZ E HARMONIA – Em alemão existe um ditado
que, traduzido, diz mais ou menos assim: quem cava uma fossa para
os outros cair, ele mesmo cai nela. A prática nos ensina
que essa é a pura verdade. Isso deve servir de advertência
para aqueles que gostam de ver a caveira do próximo. Vamos
esquecer tudo isso, quando o Natal e o Ano Novo nos convidam para
a confraternização, para a paz e a harmonia.
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