Ano XX - EDIÇÃO 1078

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Ampliadas facilidades para registro de armas

Após o prazo para o fim do recadastramento ser adiado por quatro vezes, e o preço do serviço ser reduzido de R$ 600 para R$ 60, o governo federal decretou a isenção total de taxas e dispensou a necessidade de avaliação psicológica e teste prático de tiro.
O objetivo da redução das exigências é de regularizar a maior parte do armamento ilegal do Brasil. De acordo com a Polícia Federal, o arsenal clandestino no país beira 6 milhões de armas, e no Rio Grande do Sul este número é de 600 mil.
O prazo para a regularização vai até dia 31 de dezembro deste ano. Depois disso, o proprietário da arma de fogo sem registro terá de entregá-la à Polícia Federal mediante indenização e não poderá fazer o registro.
A Polícia Civil lembra que o cidadão pode, a qualquer momento, entregar uma arma de fogo, registrada ou não, na Polícia Federal (munido de uma guia de trânsito de arma de fogo) e receberá uma indenização de R$ 100,00 a R$ 300,00, nos termos dos artigos 31 e 32 da Lei 10.826/03.
Quem não entregar, registrar ou renovar o registro de arma de fogo que esteja em seu poder terá sua arma apreendida e poderá ser preso em flagrante delito pela prática de crime previsto no Estatuto do Desarmamento – Lei nº. 10.826/03.
O registro gratuito tem validade por três anos e é exclusivo para armas antigas. Quem comprar uma arma nova terá de pagar taxa de R$ 60, além de declarar a necessidade da arma, apresentar atestado de bons antecedentes e se submeter a exame prático de tiro e psicotécnico. Para a renovação, o custo também é de R$ 60.
Os registros podem ser efetuados na Delegacia da Polícia Federal, nos Correios e em estabelecimentos filiados à Aniam (Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições).


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