
À GUISA
DE COMENTÁRIO – A POLÍTICA FRATRICIDA – A
política da maioria das comunidades é fratricida.
O que se entende com isso? Irmão luta contra irmão.
Irmão odeia irmão. Tudo por causa de uma miserável
sigla. Tudo por causa de interesses ideológicos e partidários.
São poucos os políticos que conseguem pensar comunitariamente.
Isso a nível municipal, estadual e nacional. Nos municípios,
as facções se digladiam – o que uns fazem
os outros desfazem. No Estado, uns constroem e outros destroem,
nem que todos percam com isso. A nível nacional, as coisas
boas são delapidadas. A sigla precisa pairar acima de
tudo. A ideologia partidária precisa sobrepairar. Muitas
vezes, é puro sinal de falta de inteligência, ou
sobra de ignorância. A vida hoje está tão
difícil que seria quase necessário olvidar siglas
e lutar pelos interesses comunitários. Assim, ao invés
de delapidar, ao invés de semear veneno, todos tratariam
de semear a boa semente da união e da busca de benesses
para a população, que se lixa para as siglas.
É
ISSO MESMO – “Temos que sair do discurso político
e ideológico para um discurso com demonstração
técnica, informando efetivamente números e valores”.
Tem toda razão o presidente da Federação das
Associações Comerciais e de Serviços do Rio
Grande do Sul/Federasul, José Paulo Cairoli. O que se precisa
são números verdadeiros da nossa economia e não
números maquiados, que têm caráter político
e, muitas vezes ideológico e até demagógico,
para aparentar uma situação que não existe.
O governo precisa retirar-se da economia, para não atrapalhar.
Os empresários sabem conduzi-la.
SENADORA OUSADA – A senadora do Tocantins Kátia de
Abreu foi ousada e comparou o MST às Farc do Brasil. Ela
se estriba nesta afirmação com o argumento de que
o MST em suas atuações no Brasil é semelhante às
Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia.
Verdade ou não, não importa. O que importa é que
as invasões do MST são injustificáveis, como
foi a da fazenda de citricultura, em Bauru, no interior de São
Paulo, quando foram destruídas milhares de frutíferas
e máquinas agrícolas. Quem vai responder por protestos
desproporcionais desta natureza? E quem vai arcar com os estragos?
Experimenta alguém invadir a roça de alguém
e fazer estragos, vai pagar tudo direitinho na Justiça.
TIRAR A LIMPO – A oposição quer tirar a limpo
as denúncias contra o MST, no sentido de que estariam acontecendo
irregularidades em repasses de verbas do governo. Há muito
tempo existe este zum-zum. Agora, se fala em Comissão Parlamentar
Mista de Inquérito/CPMI, a qual o governo, através
do Ministério do Desenvolvimento Agrário, quer evitar
de todo jeito. Daí se conclui: onde há fumaça,
tem fogo.
IBOPE E REFORMA AGRÁRIA – Dados levantados pelo Ibope
sobre os assentamentos brasileiros mostram que os domicílios
situados nos espaços destinados à reforma agrária
estão em estado de extrema pobreza: o rendimento é de
um quarto de salário mínimo, em média, por
morador de assentamento. Mas também, apenas, segundo dados
do Ibope, 43% dos ocupantes de terras trabalham por conta própria
nelas e 8% possuem outras fontes de rendimento regular. Digamos,
um fracasso rotundo esta nossa reforma agrária.
DEUS CRIOU AS BORBOLETAS E ABELHAS PARA VISITAR AS FLORES
E COLETAR NÉCTAR E MEL E OS MAUS JORNALISTAS PARA DESTILAR
VENENO.
PLANO DIRETOR – Aos marinheiros desavisados de primeira viagem,
o PLANO DIRETOR de Três de Maio, está estacionado
na Câmara de Vereadores, para ser apreciado. O resto é lorota
falsa.
ALGUM RESPEITO SEMPRE É BOM. SOBRETUDO, PARA COM AS AUTORIDADES
CONSTITUÍDAS. MAIS MEDICAMENTOS, MENOS VENENO.
DIVULGAR A VERDADE – NADA DE MAL. NO ENTANTO, A INVERDADE,
O SOFISMA, O FALSO...
PESQUISA DIRECIONADA – Para o presidente do Incra, o gaúcho
Rolf Hackbart, a pesquisa do Ibope teria sido direcionada. Então,
a pesquisa do Ibope só vale quando interessa?
FALAR MAL DO ASFALTO URBANO DE TRÊS DE MAIO É PARA
QUEM NÃO VAI PARA AS BRs do PAÍS.
APRESSADINHOS – Há os que querem que em 10 meses aconteça
o que não aconteceu em oito anos. São os apressadinhos
de plantão.
PERGUNTINHA INDISCRETA: um hebdomadário para refocilar a
gestão da nova era? Explicação: Não
se atira pedra em laranjeira que não dá frutas.
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