
À
GUISA DE COMENTÁRIO – A PÉ –
Houve tempos – e que tempos! – em que andar a pé
era quase uma ofensa. O chique era andar de carro. Já houve
tempos em que era chique andar de ônibus. E de avião,
então, nem se fala. E, hoje, cria-se o Dia do a Pé.
Diria, quase uma incoerência, quando estamos em plena era
do automóvel. Mesmo assim, criou-se a mania de caminhar.
Caminhar, porque faz bem para a saúde. Não tem nada
a ver com economizar combustível. O Dia do a Pé, contudo,
não tem nada a ver com saúde e nem com economizar.
É uma atividade que faz parte do Movimento Internacional
“Jornada na Cidade Sem Meu Carro” e integra a programação
da 1ª Semana Municipal do Trânsito – no período
de 18 a 25 de setembro. O Dia do a Pé é, na terça-feira
que vem, dia 22 de setembro. Acontece que, hoje, as pessoas precisam
ser motivadas a andar a pé, deixando o carro na garagem,
para evitar a poluição ambiental. E não é
tão somente questão de soltura de CO2 na atmosfera.
O carro, também, é motivo de congestionamento nos
centros urbanos. Quando maior a cidade, maior a falta de lugar para
estacionamento. O problema já veio até Três
de Maio, onde ainda não se fala de poluição
atmosférica, mas já se fala em falta de lugar para
estacionar no centro da cidade. Por isso, na Semana de Trânsito,
uma feliz ideia do vereador Luiz Fernando Cereser, o Dia do a Pé
serve como conscientizador.
OS APOSENTADOS E PENSIONISTAS QUEREM A ELIMINAÇÃO
DO FATOR PREVIDENCIÁRIO. ELES NÃO QUEREM NADA MAIS
DO QUE SEUS DIREITOS.
ENGRAÇADO – O presidente Lula parece um catedrático,
quando fala do pré-sal, quando discorre sobre caças
e submarinos. Mas empaca seu discurso, quando deveria largar um
torpedo no presidente do Senado.
POR QUE OS POLÍTICOS DE TODAS AS SIGLAS NÃO
SE DÃO MAIS RESPEITO? É PORQUE O POVO, O ELEITOR NÃO
COBRA DELES A COMPOSTURA.
DO PALÁCIO – Lá no segundo piso do
Palácio Municipal há muita satisfação
pelos resultados dos primeiros oito meses de mandato. Foram meses
de muito trabalho, a locomotiva puxando a frente e os vagões
acompanhando a trajetória desenhada. As principais bandeiras
da administração Construindo uma Nova Era estão
sendo desfraldadas. São conquistas, atividades, ações
envolventes, e a comunidade mostra interesse em acompanhar e participar.
PROGRAMA DO LEITE – Está muito bem
encaminhado o Programa do Leite, puxado pela administração
municipal, através da Secretaria Municipal da Agricultura
e do Meio Ambiente, com o robusto e integral apoio de instituições
comunitárias, como Funcap, Cotrimaio, Unitec, cooperativas,
sindicatos e casas creditícias: Banco do Brasil, Banrisul
e Sicredi. Existe unanimidade que o ciclo da soja em pequenas propriedades
está no fim. Por isso, a bacia leiteira precisa ser alavancada
nas pequenas propriedades. E o programa estabeleceu uma meta ousada:
“ser referência nacional no setor lácteo”.
EQUIPARAÇÃO SALARIAL – Os deputados
federais querem equiparação salarial com os ministros
do Supremo Tribunal Federal/STF. Querem passar dos atuais R$ 16.512,00
para R$ 25.725,00. De cara, um aumento de R$ 7.988,00. E a proposta
vai ser aprovada, com toda certeza. Ela só vai valer, a partir
da próxima legislatura, ou seja, a partir de 2011. Mas mesmo
assim, hão de convir comigo, um absurdo, uma extrapolação
fantástica, para quem brinca de trabalhar, durante apenas
três dias por semana, na ilha da fantasia.
DÓLAR BAIXO – A causa da queda da
cotação do dólar e a valorização
do real é a entrada irrefreável de muitos dólares.
O grande volume de dólares é especulativo, ou seja,
a taxa básica brasileira é atraente em comparação
com a de outros países e há relativa seguranças
nas aplicações.
CRISE SUPERADA – Ao que tudo indica, a crise
financeira, no Brasil, está superada. O crescimento volta
lentamente. A economia brasileira cresceu 1,9% no segundo trimestre
deste ano, na comparação com o primeiro trimestre.
E o avanço do PIB indica o fim da recessão. Assim
sendo, vamos terminar o ano com mais ânimo. Há muito
desemprego e subemprego. Em Três de Maio de cada dez pedidos,
oito são de emprego, alerta o prefeito. Mas Lula prevê
recorde na criação de empregos formais, no mês
de agosto. Assim seja, pois.
PARECE PILHÉRIA – Essa do ministro
australiano das Finanças, Wayne Swan, parece pilhéria:
“Os banqueiros do meu país precisam de um chute no
traseiro, por demorar a aplicar os cortes das taxas de juros”.
E não seria bom um chutinho nos nossos banqueiros também
que gostam de manter os juros nas nuvens? Olha!
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