SÃO
JOSÉ DO INHACORÁ
Sistema
de monitoramento com câmeras de vídeo é
aprovado pela população
O
que diz a população:
“A
ideia é boa. Trabalho no comércio e já sofremos
uma tentativa de assalto. Na época, a empresa não
tinha alarme. As câmeras serão uma forma de prevenção
para assaltos e roubos na cidade”, Sirlei Hanauer,
auxiliar de farmácia.
“Acho
ótimo. Pelo menos os roubos não serão mais
tão frequentes. Nunca fui assaltada, mas a empresa do lado
da minha casa já foi arrombada. Fico preocupada. Se precisar,
ajudo financeiramente com o projeto. Não temos nada para
esconder e não me sinto constrangida com a vigilância.”
Vilma Kost, dona de casa
“Sou
favorável à instalação desse sistema.
Só pondero que não deveria ser tão divulgado.
Temos um lugar tranquilo para morar; quase não passamos por
situação de assalto ou roubo, mas é bom prevenir.
Concordo que tenha a participação dos empresários
para a manutenção do sistema, desde que os custos
não sejam muito altos. É uma segurança a mais
que temos”, Geraldo Recktenwald, empresário
“É
muito bom. Podemos viver mais sossegados. Faz uns 15 anos que moro
em São José, e nunca fui assaltada. Mas ultimamente
tem aumentado os furtos na cidade”
Iria Schu, dona de casa
“Concordo
com o sistema, mas sugiro que sejam colocadas câmeras em todas
as entradas/saídas da cidade. Caso contrário, poderá
haver fuga pelos locais sem vigilância. A medida é
boa e de alguma forma dará segurança à comunidade,
por isso, concordo em apoiar financeiramente o sistema, se o valor
não for muito alto”,
Carlinhos Jahn, proprietário da rodoviária.
“Sou
a favor do monitoramento na entrada e saída da cidade. É
uma forma de observar atitudes suspeitas, e se entram pessoas estranhas
na cidade. Mesmo que interfira um pouco na nossa vida particular,
concordo com o sistema, porque aqui todo mundo se conhece”.
Ecléia Tamires Ludwig, estudante
“Sou
estudante e fico preocupada só em pensar que possa ocorrer
algum delito no colégio. As câmeras de vídeo
dão mais segurança e aposto que irão inibir
os furtos e roubos na cidade”. Carine de Souza, estudante
|