Ano XX - EDIÇÃO 1059

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OPINIÃO

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Passado um ano do início da Lei Seca, você acha que o rigor com a fiscalização diminui?

 

“Acho muito válida essa lei, pois é um perigo motoristas dirigirem embriagados. Mesmo não dirigindo, acredito que a fiscalização deveria seguir ativa, e não cair no esquecimento.
João Zdanski, 65 anos, agricultor




 

“Com a Lei Seca, diminuiu a quantidade de acidentes, porém, a fiscalização atualmente está menor. A punição para os motoristas infratores ficou mais justa desde que a fiscalização começou a ser feita a partir do limite de álcool no sangue de 0,2 g/l, devido à margem de erro do próprio bafômetro.
Kellyn Link, 20 anos, acadêmica de Relações Públicas

 

 

 

“Acredito que a fiscalização mais intensiva ocorre nas cidades menores, como as daqui da região. Nos grandes centros acho que fica mais difícil de se aplicar essa lei, que na minha opinião, é muito válida.
Rose Cristina Fernandes, 19 anos, publicitária


 

 

“Sempre no início de uma medida a fiscalização é mais intensa. Passado um ano do início dessa lei, vejo que, com a diminuição da fiscalização, diminui também a conscientização dos motoristas. O rigor no controle deve aumentar.
Magnos Rogério Kramer,
34 anos, empresário


 

 

“Desde que a Lei Seca entrou em vigor, fiquei mais tranquila em relação ao número de acidentes de trânsito. Mas acho que deveria haver mais rigor na fiscalização daqueles que dirigem alcoolizados. No início estava mais intensificada, mas vejo que hoje enfraqueceu.
Zolmira de Lima, 68 anos, do lar

 

 

 

 

"Embora seja a favor dessa lei, acho que não deviam radicalizar tanto, como perder a carteira. Uma multa ja é suficiente para aqueles que estiverem próximo do limite. Se estiverem embriagados, é outra história. Percebo que a fiscalização no início era mais eficiente, e agora diminuiu um pouco.
Gabriela Lottermann, 20 anos, fotógrafa

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