Passado
um ano do início da Lei Seca, você acha que o rigor
com a fiscalização diminui?
“Acho
muito válida essa lei, pois é um perigo motoristas
dirigirem embriagados. Mesmo não dirigindo, acredito que
a fiscalização deveria seguir ativa, e não
cair no esquecimento.
João Zdanski, 65 anos, agricultor
“Com
a Lei Seca, diminuiu a quantidade de acidentes, porém, a
fiscalização atualmente está menor. A punição
para os motoristas infratores ficou mais justa desde que a fiscalização
começou a ser feita a partir do limite de álcool no
sangue de 0,2 g/l, devido à margem de erro do próprio
bafômetro.
Kellyn Link, 20 anos, acadêmica de Relações
Públicas
“Acredito
que a fiscalização mais intensiva ocorre nas cidades
menores, como as daqui da região. Nos grandes centros acho
que fica mais difícil de se aplicar essa lei, que na minha
opinião, é muito válida.
Rose Cristina Fernandes, 19 anos, publicitária
“Sempre
no início de uma medida a fiscalização é
mais intensa. Passado um ano do início dessa lei, vejo que,
com a diminuição da fiscalização, diminui
também a conscientização dos motoristas. O
rigor no controle deve aumentar.
Magnos Rogério Kramer,
34 anos, empresário
“Desde
que a Lei Seca entrou em vigor, fiquei mais tranquila em relação
ao número de acidentes de trânsito. Mas acho que deveria
haver mais rigor na fiscalização daqueles que dirigem
alcoolizados. No início estava mais intensificada, mas vejo
que hoje enfraqueceu.
Zolmira de Lima, 68 anos, do lar
"Embora
seja a favor dessa lei, acho que não deviam radicalizar tanto,
como perder a carteira. Uma multa ja é suficiente para aqueles
que estiverem próximo do limite. Se estiverem embriagados,
é outra história. Percebo que a fiscalização
no início era mais eficiente, e agora diminuiu um pouco.
Gabriela Lottermann, 20 anos, fotógrafa
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