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À
GUISA DE COMENTÁRIO - A MENTIRA - Bem antigamente
havia um ditado que dizia: a mentira tem pernas curtas. E o ditado,
neste rutilante início do século XXI, continua de
pé. Lembro, também, o filósofo francês
Voltaire que ensinava:"Menti, menti, que alguma coisa sempre
há de ficar". E algumas facções ideológicas
chamaram para si a mentira, apesar das pernas curtas. Mas o que
lhes interessa é que alguma coisa sempre fique. Bem antigamente,
quando criança, quem mentisse, ficava vermelho. Hoje, os
mentirosos não mudam mais de cor. Vão ao microfone,
deitam e falam. Dão números e estatísticas
inexistentes e ficam impávidos, com a coloração
natural. Neste universo embrulhado de números e estatísticas
é fácil tapear. Ninguém decora o percentual
disso ou daquilo e aí dá para tirar larga vantagem.
Agora, mentir como mentem certos políticos, benza-nos Deus.
UM POUCO MAIS DE AUTOBIOGRAFIA - O primeiro
Natal em Três de Maio passeio-o em 1961, quando apenas completara
22 primaveras, na casa dos pais. Sem festa, é claro. No dia
25 de dezembro à tarde, fomos o falecido pai e o autobiografado
a pé até a minha terra natal, que deixara aos três
meses - Alpargatas - então 11° distrito de Palmeira das
Missões. Não pude ver jamais a casa onde nascera,
porque no lugar dela já havia uma casa bem melhor. Mas pude
conhecer meu torrão natal, no dia em que Cristo nasceu. São
emoções indiscritíveis.
E VEM MAIS - O Saci - não o do
Inter - já veio. Mas tem mais. Para não mentir, como
fazem muitos inescrupulosos, vou esperar a hora H e o dia D, para
anunciar aqui. Claro, que não se trata de energia eólica.
OS PREFEITOS ENTENDEM QUE A LEI DO PISO NACIONAL PARA
O MAGISTÉRIO NÃO TEM COMO SER CUMPRIDO -
Na verdade, 166 municípios gaúchos ainda não
pagam o piso ao magistério, ou seja, a bagatela de R$ 1.187,00
por 40 horas/aula semanais. Três de Maio paga o piso, desde
agosto deste ano, porque a administração municipal
entende que a Educação é prioridade.
TODOS QUEREM - A redução do tributo
que o governo anunciou para a linha branca, todos querem. O setor
moveleiro também quer a diminuição da alíquota
tributária. Quem não quer pagar menos impostos? Aliás,
se um setor é favorecido, por que os outros também
não podem ser favorecidos? Entre os que querem ser beneficiados,
se insere o setor moveleiro.
DINHEIRO NA MÃO É VENDAVAL -
Assim diz a letra de uma canção. Para muitos, dinheiro
na mão é água. Tratam dele como se água
fosse. De forma perdulária, como se costuma fazer com a água,
que doravante precisa de mais cuidados, porque está faltando.
A luz vermelha ao redor do mundo já acendeu.
O ANO BRASILEIRO TEVE COMO DESTAQUE O DEFENESTRAMENTO DE MINISTROS. |
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