Ano XXiI - EDIÇÃO 1166

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JOÃO SENO BACH

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À GUISA DE COMENTÁRIO - EXTRAVAGÂNCIAS - Neste início de século XXI várias extravagâncias eclodem. De qualquer jeito querem que se evitem preconceitos. Isso faz crer que vai voltar a pressão sobre todos nós mortais de que o homem descende do macaco. Vão insistir na tese de que o universo veio do nada, que Deus não existe e que a origem de tudo foi uma ameba. Agora, até os ateus já fizeram protestos, para que não se tenha preconceitos contra aqueles que não acreditam na existência de Deus. Depois disso, poderá sobrevir qualquer coisa. Mas pergunta-se: pode alguém proibir o preconceito? Não será através de leis que se poderá proibir que alguém tenha sua rejeição a extravagâncias. O objetivo, talvez, seja silenciar os poucos que ainda tenham luz própria.
PARA REFLETIR: “UM PAÍS SÓ EVOLUI, QUANDO AS PESSOAS ENTENDEM A IMPORTÂNCIA DO COLETIVO”.
SOLUÇÕES – Os produtores primários têm correspondido. Eles têm soluções: aumentam sistematicamente a produtividade. O que falta são soluções econômicas, ou seja, preços que não inviabilizem a atividade, como é o caso do arroz. Isso também está acontecendo com os suínos e frangos.
CORDA NO PESCOÇO - “O setor produtivo está com a corda no pescoço. Não aguenta mais”. Aí mora o perigo: o setor produtivo pode quebrar. A preocupação é de um deputado federal gaúcho. E existem fortes razões para essa preocupação: os pesados impostos, as pesadas obrigações sociais, a concorrência desleal dos produtos importados, o dólar desvalorizado e o real supervalorizado. Ministro da Fazenda deve cuidar disso. Medidas severas precisam ser adotadas.
GOVERNO FREIA DÓLAR – Não se sabe esperando o quê, finalmente o ministro da Fazenda acordou e se mexeu, colocando um freio na queda do dólar. Infelizmente, demorou muito a reação do governo. Esta situação, sem dúvida, é permitida porque há interesses em jogo. Mas quem paga o pato são as nossas empresas exportadoras, os produtores primários e quem mais. O ministro da Fazenda sabe o que tem que ser feito, mas não faz em tempo hábil.
1 - PARA ANALISAR O TRABALHO DOS OUTROS É PRECISO TER CACIFE. 2 – QUEM NÃO FEZ, NÃO PODE DAR PITACO EM NINGUÉM. 3 - CADA UM TEM SEU ESPAÇO, NÃO É PRECISO ATROPELAR. Frases para pensar.
CALOTE - O que é dar o calote? É negar o pagamento das contas. É o que os Estados Unidos estão ameaçando fazer. O velho: Devo, não nego, mas não pago.

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