
"Hyzaboh,
vem almoçar menina!": A tentativa de Alexandre
S. de registrar sua terceira filha, segue gerando polêmica
no Paraná. A menina já está em casa há
oito dias e nenhum cartório aceita registrá-la
com o nome de "Hyzaboh" . O pai, indignado, já
deu entrevista na TV local dizendo que não enxerga problema
algum com o nome que ele e a esposa querem para sua filha. Informou
ainda que retirou o nome do filme "O feitiço de
Áquila", onde uma mulher tem a capacidade de se
transformar em ave. Claro que no filme a grafia correta do nome
é Isaboh, mas o paranaense insiste em registrá-la
como Hyzaboh e disse que vai recorrer à Justiça
se mais um cartório se negar a fazer o registro. O mais
curioso é que o casal tem outras duas filhas registradas
também com nomes incomuns, sendo elas: Ayniha e Raihana.
Agora é aguardar para ver se ele consegue ou não
o registro (Fonte: STJ)
Primeiro casamento homossexual em Santa Catarina é
de uma juíza: A juíza Sônia Maria
Mazzeto Moroso, titular da 1° Vara Criminal de Itajaí/SC,
casou no sábado passado com a servidora pública
Lilian Regina Terres. O relacionamento já havia começado
em maio do ano passado, numa cerimônia abençoada
pela religião umbandista. O juiz Roberto Ramos Alvin,
titular da vara de Família da Comarca, autorizou a celebração
do casamento entre elas e o ato foi realizado no cartório
Heusi. Com o casamento, Lilian alterou seu nome para Lilian
Regina Terres Moroso, acrescentando o sobrenome da juíza.
(fonte: Consultor Jurídico e Espaço Vital)
Gravidez surpresa: O juiz Clóvis Moacir
Mattana Ramos da 5° Vara Cível de Caxias do Sul determinou
que um fabricante de pílulas anticoncepcionais indenize
uma mulher que tomava regularmente o produto e engravidou. A
indenização foi fixada em 50 salários mínimos
e mais um salário mínio por mês até
o filho completar 18 anos. Segundo as informações
divulgadas pelo Tribunal de Justiça gaúcho, após
o nascimento do seu terceiro filho, a mulher foi orientada pelo
médico a utilizar este contraceptivo por ser compatível
com o período de amamentação. Com 37 anos
de idade, três filhos e uma situação econômica
frágil, ela ficou novamente grávida. Em sua defesa
a empresa alegou que o medicamento não foi usado corretamente
e pediu a comprovação da nota fiscal de compra
na farmácia. Ressaltou ainda que nenhuma pílula
é 100% segura, mas que o seu produto aproxima-se deste
índice. Para o juiz Clóvis Ramos, se existe uma
pequena possibilidade de falha do medicamento, ela deve ser
suportada pelo fabricante, que obtém lucro mensal de
R$ 6 milhões com a comercialização do produto
e não pela consumidora, que teve sua expectativa frustrada.
Lembrou ainda que não é viável exigir que
alguém guarde nota fiscal de tudo o que compra e que
não há como provar que alguém tomou ou
não o medicamento todos os dias, como queria a empresa.
Nas palavras do magistrado, a gravidez indesejada "embora
traga muitos benefícios e alegrias com o nascimento do
novo filho, é causa de severas preocupações,
como uma possível gravidez de risco em razão da
idade e a dificuldade de criar mais uma criança para
uma família de escassos recursos econômicos e com
outros filhos para sustentar." (Fonte: Processo 10900448922)
Minuto Jurídico: Quero agradecer as
manifestações de carinho dos meus leitores agora
que voltei com o programa Minuto Jurídico na Rádio
Cidade Canção FM de Três de Maio. Depois
de um ano de recesso, estamos de volta, todas as quintas-feiras,
às 10h30min, no programa do meu grande amigo Marcos Domanski.
Valeu!
Das
minhas leituras da madrugada: "Assim
como ninguém faz cadeados sem chaves, do mesmo modo Deus
não te dá problemas sem soluções."
Oficial do
Registro de Imóveis e Tabelião de Protestos
Pós-Graduado em Direito Notarial e Registral
Secretário da Associação dos Notários
e Registradores do Brasil (RS)
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Marcos Salomão é colunista de 17 jornais
da região Noroeste.
A relação completa dos jornais poderá ser
conferida em nosso site www.marcossalomao.com.br