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À
GUISA DE COMENTÁRIO - CORRUPÇÃO -
Ela está em alta em todo mundo. Começou no ano 33,
quando Judas entregou o Mestre por 30 dinheiros. De lá para
cá, sempre houve os vivaldinos que se esmeraram em passar
a perna nos babacas. No nosso século – glorioso século
XXI – ela cresce a olhos vistos. No esporte, na política,
nas instituições sociais, nos bancos, nos órgãos
públicos, na empresa privada e até nas ONGs. Em toda
parte há os malandros enrolando os otários, que muitas
vezes batemos palmas, porque eles sabem usar espertamente a mídia.
Eles sabem bem disfarçar e, embora estejam no epicentro dos
acontecimentos maléficos, mas nada sabem do que está
acontecendo. Outros há que sabem dourar a pílula:
sabem transformar os acontecimentos desairosos em situações
favoráveis. De vítima passam a heróis. Há
os que cobram R$ 200 mil para proferir uma palestra, valendo-se
de sua condição de ex-isso, ex-aquilo. Nada a ver
com assessoria. A velhacaria está dando de goleada.
ACESSO/DESVIO OU ANEL? - Tanto faz. Pode até
ser denominado de perimetral. O que interessa que a obra saia do
papel e faça parte das conquistas de Três de Maio.
Da população, dos acadêmicos e dos transportadores.
Questionar definições viárias é coisa
que ninguém vai questionar na história de Três
de Maio. Só vai ser lembrado que havia uma vez um prefeito
que lutou, lutou e a duras penas conseguiu a execução
da obra. E pronto!
NOBEL DA PAZ - “É lamentável
que organizações de direitos humanos percam independência
para defender bandeiras partidárias em troca de dinheiro”.
São palavras do Prêmio Nobel da Paz, Adolfo Pérez
Esquivel. Lamentável também que muitos daqueles que
levantam bandeiras sociais, como José Rainha Júnior,
garoto-propaganda do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra, surripia
até cesta básica de assentados. Mas foi preso pela
Polícia Federal, porque ele e seu bando desviava dinheiro
público, usando cinco ONGs para embolsar verbas federais.
Era o cara!
ENERGIA LIMPA - O mundo está sedento de
energia limpa, em face da poluição do planeta. E é
bom lembrar que ela dá lucro e o casamento da racionalidade
econômica com a sustentabilidade vai salvar o nosso planeta.
Palavras do ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, endossam
isso:”O Brasil usa pessimamente seu potencial de geração
de energia solar, que, se aproveitada na sua plenitude, evitaria
todas as pressões ambientais sobre a Amazônia”.
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