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Economia para consumo

26/04/2019 - Por João Seno
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À GUISA DE COMENTÁRIO - CRITICAR. POR QUE CRITICAR? - Há os que dizem que criticar é fácil. Sem dúvida, criticar é muito mais fácil do que fazer. Mas e todos os dias se ouve críticas nas ruas, nos noticiários de televisão e rádio e também em artigos e noticiários de jornais. Tudo porque é fácil, extremamente fácil criticar. Criticar de fato não tem custos. Fazer é que tem custos, muitas vezes altos custos. No momento, as críticas mais pesadas recaem sobre o mau estado das estradas, o mau funcionamento das escolas públicas com falta de professores e o mau estado dos prédios, bem como o diário aumento dos roubos e da violência, além da falta de policiamento e o constante assalto a bancos. De fato, com perdão dos que não gostam de críticas, são coisas que vêm acontecendo diariamente em muitos municípios do Estado e do País. Infelizmente, falta estrutura competente para acabar com tudo isso. E falta dinheiro para montar estruturas eficazes.

TUDO JUNTO - Páscoa, Tiradentes ou Inconfidência Mineira, Descobrimento do Brasil, Aniversário de Brasília. Tudo, nos dias 21 e 22 de abril. Um feriadão carregado. 

DIZEM QUE FOI COMBINADO - Aquela história da Câmara, de fato, foi estranha. Vereadores do partido do prefeito, dando pau na administração, reclamando das estradas e do não-atendimento da administração dos pedidos. Ouvindo as pessoas na rua, muitos entenderam que tudo foi combinado, porque na semana seguinte ao das azedas reclamações no Legislativo, as máquinas foram para a estrada, houve encascalhamento e patrolamento, tudo conforme as exigências.  A política tem dessas coisas. 

"É FÁCIL SER DO CONTRA. É FÁCIL FALAR MAL. É FÁCIL DESTRUIR. CONSTRUIR É BEM MAIS COMPLICADO. E RECONHECER O MÉRITO ALHEIO EXIGE GRANDEZA". Colunista David Coimbra. 

DÁ PENA - Ver aquilo abandonado. Os 43 lotes da Área Industrial II continuam, em absoluto abandono. Virou uma lavoura de soja. Ali poderiam estar produzindo várias empresas e muitos desempregados poderiam ali prestar sua colaboração e ganhar sua vida. E ninguém, ninguém mesmo, pede providências. Seria o papel da Câmara de Vereadores, dos empresários e dos desempregados. Lamentável isso. 

CHEGA DE ESTÁTUAS PARA JOGADORES DE FUTEBOL E TREINADORES. 

BATEU A SEDE - Sim, bateu a sede da privatização. Estradas estão sendo privatizadas. Pretendem privatizar, além de estradas, a CEEE, a Sulgás e a CRM. Tudo porque não há mais dinheiro para manter instituições públicas, muitas delas incompetentes. Na verdade, os partidos adeptos da política de esquerda não querem a privatização. Na verdade, as empresas particulares, como é o caso da Certhil, um exemplo na área da eletrificação, são mais eficientes que as empresas públicas e fornecem energia mais barata. O mesmo pode valer para outras estruturas prestadoras de serviços. A sede da privatização não vai ser acalmada tão cedo. Talvez, a iniciativa privada terá que assumir lá na frente muitas atividades que hoje estão sendo executadas pelo governo. 

QUEM ERROU? - Os erros aconteceram lá atrás, quando as cobras usavam sapatos de ouro. Por isso, esta situação de penúria falimentar das administrações públicas. O rombo da previdência do Rio Grande do Sul é o maior por habitante no Brasil. E a proporção de inativos sobre ativos cá no Estado é recorde. Em face disso, a reforma da Previdência se impõe. Quer dizer, houve erro de cálculo. Apesar do desconto de 14% dos vencimentos do servidor público estadual para fins previdenciários, o déficit anual é bilionário. Se isso tem solução, só vamos ficar sabendo lá na frente. 

VAMOS TORCER POR UMA EXCELENTE EXPOFEIRA, COM MUITOS BONS NEGÓCIOS E BOA PARTICIPAÇÃO DA POPULAÇÃO LOCAL E REGIONAL. 

BOA PERGUNTA - Por que no feriadão de Páscoa 18 pessoas perderam a vida nas estradas gaúchas, se ao todo, morreram em acidentes nos demais estados do País um total de 50 pessoas? Achar uma resposta para este questionamento é quase impossível.




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