Quinta-feira, 20 de junho de 2019
Ano XXXI - Edição 1562
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Marcos Antônio Fiorin

12/04/2019 - Por Jornal Semanal
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Nome: Marcos Antônio Fiorin
Idade: 49 Anos
Filho de: Dari Onésio Fiorin e Romilda Fiorin
Casado com: Mariza Sinhori Fiorin
Pai de: Maiara Cristina Fiorin, 20 Anos e Magnos Andriel Fiorin, 16 anos
Reside em: Três de Maio 
Escolaridade: Formado em Administração de Empresas com pós-graduação em Administração Financeira e Controladoria pela Setrem (estudos em Desenvolvimento Rural - Plageder - UFSM)
Profissão: representante comercial. Sou aposentado por tempo de trabalho onde atuava em setores burocráticos e administrativos. 
Por que optou por esta profissão: o trabalho me proporciona viajar. É gratificante conhecer novos lugares com novas oportunidades, interagir com pessoas, flexibilidade de trabalho e renda. A principal atividade está na assistência técnica diferenciada em nove segmentos de mercado. Fornecimento de produtos químicos para "manutenção industrial".  No setor de tratamento de água, tenho curso em segurança em operações com caldeiras (NR-13) é uma atividade dinâmica.
Onde trabalha atualmente: Hidral Química / Tecnodral - Ind. e Com. de Produtos Químicos Ltda.
Hábito de que não abre mão: chimarrão e leitura
O negócio do futuro é: o agronegócio e sua clusterização. Setores que priorizarem tendências de mercados em novas tecnologias, sustentabilidade, controle, valorização de conhecimentos acadêmicos e relacionamentos com mercados globais.
Time de futebol: Internacional
Seus aplausos vão para: pessoas de bem a serviço do bem
Nota zero para: malandragem a serviço da corrupção
Sua opinião sobre as redes sociais: as redes sociais revolucionam a comunicação, estreitam a relação entre pessoas, famílias e grupos sociais. É um software apenas, porém a sua dinâmica torna-se notável. Precisa-se discernimento de fatos, assim nos mostrará a força para o bem. 
O que você sugere de mudança para melhorar sua cidade?  Acredito que mudança ocorrerá pela conscientização, mas antes é preciso capacitar. As rotinas diárias e operacionais do poder público podem melhorar serviços, mas mudança, de fato, eu acredito que ocorrerá de outra forma. Assim, citaria duas humildes opiniões. 
Primeira: construir um centro de eventos múltiplo que disponibilizaria para reuniões, palestras, treinamentos, atividades com entidades sociais, faculdades, sindicatos, escolas, reuniões de partidos políticos, confraternizações, entre outras. Muitos empresários precisam de um local adequado para reuniões. O ambiente também empodera as pessoas.
Segunda: projetar para que o local seja uma espécie de 'cérebro' municipal e regional. Centrar neste local projetos de longo prazo; unir gestores num esforço técnico, na busca por informações sobre desenvolvimento; observar fatos sobre a vocação econômica, tendências de mercado; viabilizar investimentos e blindar ideologias; interpretar nossos índices de GINI, PIB, IDH e focar na geração de renda/empregos sustentáveis; valorizar nossos centros de formação acadêmicas locais (faculdades) potencializando a informação e os estudos de caso.




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