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Economia para consumo

17/08/2018 - Por João Seno
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À GUISA DE COMENTÁRIO - VALORIZAR AS PESSOAS - Ao invés de valorizar demais as coisas, o dinheiro, o patrimônio, convém valorizar as pessoas. Esta verdade, contudo, está em evidente decadência. Nestas datas especiais, como o Dia dos Pais, ou o Dia das Mães, é que se sente profundamente esta realidade. O bom filho, ou a boa filha, ama e valoriza o pai e/ou a mãe. Não importa se a família é humilde. Nesta hora é que cresce o espírito da família. Nestes momentos é que se sente o bom sentimento dos filhos. Não importa se eles moram longe, mas se manifestam como se morassem do lado. Este espírito precisa ser valorizado. Bons pais, boa família, geram bons filhos. E a valorização se estende vida afora, quiçá, até o último dia. A pessoa humana em qualquer circunstância precisa ser valorizada, não importando a sua cor, o seu partido, a sua religião ou seu patamar econômico. 

ÓTIMO! - Excelente a notícia da valorização dos idosos pelo Hospital São Vicente de Paulo. Aliás, toda vez que este colunista precisou dos préstimos daquela casa de saúde - foram poucas vezes - o atendimento foi dos melhores. O HSVP é um patrimônio de Três de Maio, que precisa do nosso prestígio. 

NO PRIMEIRO DEBATE DOS CANDIDATOS A PRESIDENTE ELES POUCO AVANÇARAM. FORAM TÍMIDOS EM SUAS PROPOSTAS. 

VIOLÊNCIA - NA ÓTICA DESTE COLUNISTA A VIOLÊNCIA E A CRIMINALIDADE SÃO OS PIORES PROBLEMAS A SEREM ENFRENTADOS PELO FUTURO PRESIDENTE. 

CIDADÃOS EM CAMPO - Há os que entendem que é hora dos cidadãos entrar em campo, para ajudar aos governantes a resolver os ácidos problemas que o Estado e o País enfrentam. Já estamos ajudando, pagando ácidos tributos, mas não é o bastante. Em Porto Alegre, por exemplo, os empresários se deram as mãos e adquiriram veículos, armas, equipamentos, que foram doados à Segurança Pública, para fazer frente à criminalidade. Se o exemplo pega, vamos ter que meter a mão no bolso, porque os cofres públicos andam raspados. Tudo, porque os recursos são mal investidos, por administradores incompetentes e perdulários, leia-se gastões irresponsáveis. 

MÃO DE VACA - Infelizmente, as pessoas que poupam são chamadas "mão de vaca".  Por amor de Deus, no tempo das vacas magras, fechar a mão é preciso. Nunca gastar mais do que se ganha, esta é a lei que ninguém pode desobedecer.
 
"UM PAÍS NÃO MUDA PELA SUA ECONOMIA, PELA SUA POLÍTICA, NEM MESMO PELA SUA CIÊNCIA. MUDA, SIM, PELA SUA CULTURA". Herbert José de Souza, sociólogo brasileiro, no período de 1935-1997, é que pensava assim. Talvez, um país mude com tudo isso somado. 

TRÊS DE MAIO, ao longo dos seus 64 anos de independência administrativa,  teve momentos de invulgar crescimento e também teve momentos de estagnação. Quando este colunista aqui chegou, no dia 13 de dezembro de 1961, a Rua Horizontina era calçada até o Posto Ipiranga e, claro, não havia um metro quadrado de asfalto. De lá para cá tudo prosperou, graças ao empenho do povo batalhador, da visão larga de empreendedores e da visão progressista de alguns administradores públicos. 



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