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Economia para consumo

01/12/2017 - Por João Seno
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À GUISA DE COMENTÁRIO - ERRAR É HUMANO - Nós os seres humanos somos, infelizmente, deficientes e fracos. Temos falhas. Não somos perfeitos. E, por isso, erramos. Quanto menos aprendemos, mais erramos ao longo da vida. Por essa razão, a cada dia que passa, precisamos buscar novos conhecimentos e tratar de aperfeiçoar-nos, para que nossos erros não atrapalhem o diário desempenho. Ninguém erra porque quer. No entanto, nos cobram todos os dias as falhas que cometemos. Muitos há que estão errando e sabem que estão errando, mas persistem no erro. Estes, obviamente, não merecem e não merecem ser perdoados. Via de regra, quando o ser humano erra, deveria pedir perdão. E não pode ser crucificado. Tudo porque o ser humano é frágil e por isso tropeça e cai.  Mas também não pode permanecer deitado. Levantar a cada escorregão é a norma recomendada. 

ATÉ QUEM TEM EMPREGO - Se queixa do excesso de trabalho, dos salários baixos e até insuficientes. Os tempos estão deveras difíceis. Por essa razão os que estão empregados precisam levantar as mãos aos céus e agradecer. Precisam dar tudo de si, para garantir o seu ganha-pão, embora escasso. A cada dia que passa é preciso esmerar-se para evoluir e justificar o aproveitamento na empresa.  

OTIMISMO E GESTÃO - É o de que se precisa: de otimismo e de boa gestão. Especialmente, é importante a gestão de pessoas. As pessoas precisam de bom trato para render. Muitos acham que pagando bem, vão tirar o máximo das pessoas. E não é bem isso, mas também. 

PALESTRA MAIÚSCULA - Foi esta promovida pelo Sicredi. Aliás, este colunista em quase 78 anos, foi convidado pela primeira vez via telefone, para participar de uma palestra. E por esta razão e pelo tema anunciado é que marquei presença. É disso que Três de Maio precisa, ao invés de palestras que vêm carregadas de ideologias estranhas. É dessas palestras que Três de Maio e a região precisam e não daquelas que semeiam o inço em forma de ideologias que dividem.  Não é debalde que o Sicredi cresce a olhos vistos numa época em que a economia está em crise. E que venham outras desta natureza e teor. 

PODE?  -  NO BRASIL, MUITA GENTE TRABALHA POUCO, GANHA MUITO E SE APOSENTA CEDO. É preciso conhecer melhor a nova legislação aprovada da reforma trabalhista, para saber se haverá mais igualdade para os trabalhadores. Por isso, a reforma da Previdência se impõe. É bem-vinda e necessária. Do contrário, a vida dos aposentados corre risco. 

DÉCIMO TERCEIRO - Muitos municípios gaúchos não têm condições de depositar o décimo terceiro salário, até o dia 15 de dezembro. Outros há que já cumpriram a obrigação legal com antecedência. Os servidores públicos de Três de Maio estão acostumados, há muitos anos, a receber o décimo terceiro em duas parcelas: uma na metade do ano e a outra parcela, no prazo legal, no mês de dezembro. Acontece que a economia do nosso Município está equilibrada. Mais do que nunca depois do advento do programa do leite e do funcionamento da Lactalis e de outras empresas, que garantem retorno aos cofres municipais. Enquanto isso, o governo do Estado não sabe como vai pagar o décimo terceiro ao funcionalismo. 

CRISE DO LEITE - Infelizmente, o leite está em crise. Os produtores de leite é que estão em crise, porque os preços praticados estão muito aquém da necessidade dos produtores. Por isso, já aconteceram vários protestos. Três de Maio aderiu ao programa do leite na administração municipal anterior, mobilizando muitos produtores rurais, transformando Três de Maio na Capital Industrial do Leite, com o advento da Lactalis. Por isso, é lamentável que não se dê mais atenção ao segmento lácteo. Aliás, estão aviltados praticamente os preços de todos os produtos primários. E a choradeira dos produtores é procedente. 

DESISTÊNCIA - O comunicador Luciano Huck anunciou a sua desistência de assumir uma candidatura à presidência da República. Na verdade, ele não é e nunca foi político, mas na falta de nomes, vinha sendo assediado. Talvez, decolasse, mas caiu fora. De fato, há carência de nomes. Está na hora de os políticos se organizarem melhor.  




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