Quarta-feira, 13 de dezembro de 2017
Ano XXIX - Edição 1487
(55) 3535-1033
jsemanal@jsemanal.com.br
diagramacao@jsemanal.com.br

Economia para consumo

17/11/2017 - Por João Seno
Tweet Compartilhar
  1. À GUISA DE COMENTÁRIO - ERA PARA SER - Já diziam os antigos, quando algo é para acontecer, acontece. Sem dúvida, este colunista precisa admitir isso literalmente. Em 1988, residia em Novo Hamburgo, quando fui convidado para voltar a Três de Maio. Voltei e fui prestar serviços na administração municipal na condição de secretário. Em 1993, encerrado o compromisso público, fui convidado para integrar a equipe da Rádio Cidade Canção, onde assumi, no dia 1° de maio de 1993, há quase 25 anos atrás. Além de redator também assumi como animador de um programa inédito, na época, em toda região, dirigido para a etnia alemã. Era para ser, embora duvidassem do êxito da iniciativa. Mais tarde me transformei em radialista legalizado, como requer o sindicato dos radialistas, com direito a exercer quatro funções. Era para ser. Tudo graças à oportunidade que se me foi oferecida. Destarte, estamos caminhando junto na asfaltada estrada dos anos, festejando todos os anos, em novembro, o êxito da boa comunicação do canal que adotou o lema: Emoção sem Fronteiras. A Rádio Cidade Canção FM se tornou, pois, a nossa segunda casa. É ali que podemos oferecer aos ouvintes um pouco do que temos para dar. Tudo era para ser e, por isso, alvíssaras!

  2. JÁ TEM FILA - Para retirada de remédios. É a queixa de muitos munícipes tresmaienses. Esta questão dos remédios distribuídos gratuitamente precisa ser melhor controlada, porque há muitos cidadãos que não retiram remédios e outros há que abusam. Os direitos teriam que ser rigorosamente iguais. 

  3. A ENCRENCA DO LEITE - Os produtores de leite vivem um momento de desconforto, por causa dos baixos preços praticados pela indústria. As queixas dos produtores não são poucas. Com isso toda região sofre, porque nos pequenos municípios da região base da produção primária é o leite. Tudo porque a importação de leite do Uruguai e da Argentina está liberada. As lideranças políticas precisam fazer alguma coisa. Sem apoio, muitos produtores vão desistir de produzir leite. Claro que os consumidores de produtos lácteos batem palmas. 

  4. "SEM REFORMAS, O BRASIL VAI QUEBRAR" - A frase é do economista Darcy Francisco Carvalho dos Santos. É verdade, porque todos só querem tirar proveito e ter vantagens. Legislação complacente leva à quebradeira. 

  5. E A GREVE DO MAGISTÉRIO CONTINUA -  Já passa de 60 dias a paralisação do magistério. Governo e professores não se entendem. O prejuízo é dos alunos. É difícil entender como os pais suportam esse impasse, porque os filhos sofrem e podem perder o ano letivo. E a nossa educação pública está avacalhada. 

  6. FOLGA -  Quando os políticos se queixam do excesso de trabalho, eles estão blefando, porque durante o ano eles folgam 83 dias, enquanto o trabalhador sofrido, tem apenas 43 dias de folga, com férias, feriados e finais de semana. Ainda na presente semana, eles folgaram 7 dias, por causa do feriado do dia 15. 

  7. NUVEM PRETA - Uma nuvem preta, escura encobre o céu do País. Uma cúmulo-nimbus lá no alto assusta os eleitores. São os candidatos que se vislumbram para as próximas eleições. Talvez, por falta de outros nomes pintam Luiz Inácio Lula da Silva, Bolsonaro - um de ultra-esquerda e outro de extrema direita. O de que o Brasil precisa neste momento conturbado é de uma nuvem solta, limpa, de centro. Talvez, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, ou o ministro da Fazenda, que parecem pessoas equilibradas, na falta de outros nomes. O momento é de muita especulação. Chega de experiências mal-sucedidas. 

  8. CAI CONTRIBUIÇÃO SINDICAL - Com a reforma trabalhista, que entrou em vigor, no dia 11 de novembro, cai a obrigatoriedade da contribuição sindical. Todo trabalhador tinha descontado o valor de um dia de trabalho, que era direcionado para a conta de um sindicato, sem nada receber de retorno. Claro que isso não era justo e nem aceitável, porque muitos viviam à custa do trabalhador. Uma flagrante injustiça. Agora, o trabalhador opta se quer ou não quer contribuir. 




Indicar a
um Amigo

Comentários

Deixe a sua opinião

Veja Também

08/12/2017   |
01/12/2017   |
24/11/2017   |
10/11/2017   |
03/11/2017   |




Todos os direitos reservados - Jornal Semanal - Três de Maio - RS