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Economia para consumo

03/11/2017 - Por João Seno
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À GUISA DE COMENTÁRIO - DA LOUSA AO PEN DRIVE  - Muitos de nós atravessaram os tempos. Lá se vão 50, 60, 70 ou até 80 anos. Quando este colunista era guri pobre, na década de 40,  a frequência às aulas era obrigatória, a partir dos 7 anos. O material escolar era composto de uma sacola de pano, de uma lousa, também conhecida como pedra, e uma pena. Depois, mais tarde, veio o guarda-pó e o uso do caderno, a partir do 3º ano. Havia o rádio, tipo caixa de abelha, que só alguns mais aquinhoados podiam adquirir. E o microfone este ninguém conhecia naquelas décadas. Quando surgiu o gravador, em meados da década de 1960, foi um sucesso. Todos queriam gravar e ouvir a própria voz. O tempo ainda era dos vinis, que foram o xodó até por volta de 1990, quando entraram em cena as gravações em fita cassete,  uma verdadeira revolução. Ainda demorou um pouco, para que viesse à tona o CD, grande avanço da tecnologia. Se isso não bastasse, veio a lume o pen drive(infelizmente ainda não o batizaram em Português). Este, como veem, foi o avanço da tecnologia sonora do meio do século passado a esta parte. 

TAXA SELIC CAI DE NOVO - Pela nona vez, desde maio de 2016, a taxa básica Selic foi reduzida pelo Copom. Aquela taxa que era de 14,25% caiu para 7,50%, na semana passada. Com isso a economia volta ao equilíbrio.

CHEGA DE ANGLICISMOS - Por que "day after", ao invés de o dia depois? Ninguém é obrigado a conhecer o inglês, ou o francês, muito menos o alemão, o russo ou o japonês. O que existe no linguajar diário dos jornais e dos noticiários falados é o uso de anglicismos(palavreado em inglês). É preciso aprimorar a Língua Portuguesa de nossa gente, que anda pela hora da morte. 

TRITURADOR DE GALHOS - A municipalidade tresmaiense está investindo num triturador de galhos, depois de reiteradas críticas. Agora, as montanhas de galhos nas ruas e avenidas da cidade, que se tornaram useiras e vezeiras em nossa cidade, podem ser moídas e transformadas em adubo orgânico, como já acontece em outras cidades, como é o caso de Dois Irmãos, onde o problema do lixo foi resolvido por uma cooperativa.

NUMA PESQUISA EM QUE SE PERGUNTASSE - O QUE É MAIS IMPORTANTE O PRESTÍGIO OU O  DINHEIRO - VENCERIA, ACREDITO, A SEGUNDA OPÇÃO.  

CHUTE - Há muito tempo, a população do Município de Três de Maio está mal definida. São mais de 10 anos, que os números ao redor de 24 mil habitantes, vêm sendo anunciadas no chute. Precisamos um recenseamento sério para definir o número exato, ou ao menos aproximado, do número de moradores da Capita Industrial do Leite. Ninguém mais aceita que isso seja definido no olhômetro. Três de Maio de 2010  para cá teve um aumento substancial de população, porque vieram para nosso torrão moradores de toda região.  Em razão disso, foram construídas muitas casas, prédios foram  levantados e está aí a instalação de empresas de porte  e foi notável o crescimento de nossas empresas. O desafio está feito.
 
VIRAM SÓ? - Um universitário da pacata e ordeira Santa Cruza do Sul guardava armamento pesado de gatunos para faturar aluguel. Mas se deu mal, porque a polícia descobriu. O que não se faz para ganhar dinheiro. 

FRASE - "O LIBERALISMO DEFENDE A LIBERDADE DO INDIVÍDUO E NÃO APENAS NA ECONOMIA. NO BRASIL, ISSO NÃO EXISTE". A frase é do colunista David Coimbra. É que, no Brasil, há muitos pensadores na contramão. 

TUDO PARA UNS E POUCO PARA MUITOS - Esta é a definição para o apoio político no Brasil, nas próximas eleições,  onde 05 partidos levam mais que  a metade do dinheiro público que será destinado para a campanha eleitoral de 2018. Pela ordem, PMDB, PT, PSDB, PP e PSB vão levar quase R$ 900 milhões do R$ 1,7 bilhão destinado para a campanha eleitoral. Os outros 30 partidos vão levar o resto do dinheiro aprovado pela Câmara para eleger os representantes do povo com o dinheiro do povo.

DESCRIMINAÇÃO - Nesta semana, tivemos todos uma excelente oportunidade, para meditar sobre a descriminação.  No dia 31, transcorreram os 500 anos (31/10/1517) da Reforma Protestante. Por muitos séculos, católicos e evangélicos se descriminavam. Hoje, este tabu caiu por terra. Não há, pois, motivos para haver descriminação religiosa, política, ou de raça e cor. É preciso que todos se deem as mãos e uns lutem pelos outros neste momento difícil, que atravessa a humanidade. 



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