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Economia para consumo

04/08/2017 - Por João Seno
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À GUISA DE COMENTÁRIO - OLHAR PARA TRÁS  - Olhando para trás, vamos enxergar donde viemos. Lá se vão 70 ou 80 anos. Tudo lá atrás era tão diferente. A tecnologia era precária. Era o tempo da lousa e da sacola de pano. O carro era importado e roncava nas estradas de saibro o 29. Raramente cruzava os ares o teco-teco. Naquelas décadas recuadas os reboques vindos da região serrana e transportavam tábuas para a capital. A soja estava no início do seu ciclo e  era plantada em carreiras, sendo colhida a foice. A trilhadeira se deslocava de propriedade em propriedade para fazer a colheita. A lavração das lavouras era feita com arado puxado a bois. O trator  ainda não tinha vindo a lume. Os moinhos eram tocados  pela roda d'água.  Era o tempo dos rádios a bateria. A comida era feita no fogão a lenha, porque não havia fogão a gás. As bolas de futebol ainda tinham ventil. Os bailes de Kerb duravam três dias. Não havia transporte escolar e os estudantes faziam 5, 10 quilômetros  e alguns vinham a cavalo até a escola. Quem tinha uma Monark, era o tal.  

TAXA SELIC CAI - Depois de 4 anos, o Copom reduziu a taxa básica Selic a menos de um dígito. Quando assumiu o presidente Temer, a taxa Selic estava em 14,25%, a qual foi sendo reduzida paulatinamente e, a partir da semana passada, a mesma estacionou em 9,25%. 

FALTAM CANDIDATOS -  Para as próximas eleições. Os eleitores devem estar preocupados com as eleições de 2018, porque estamos mal de candidatos. Em recente pesquisa, destacaram-se nomes estranhos ao mundo político. Vejam: Sérgio Moro - 66%; Luciano Huck - 45%; Joaquim Barbosa - 44%; Lula - 29%; Cármen Lúcia - 28% e Rodrigo Janot - 24%. Viram só? O único político da relação é o do ex-presidente Lula, com baixo prestígio.  Enquanto isso, a popularidade do presidente Temer despenca cada dia mais e 94% dos entrevistados desaprovam o governo do peemedebista. 

FOI UMA BLITZ - No início da semana passada, aconteceu uma verdadeira blitz na Rua Jorge Logemann. Nada demais: foi a coleta da galharada esparramada naquela via pública, acumulada durante semanas. Para a inusitada atividade, que deveria ser algo corriqueiro, foram usados três caçambas, um carregador e quatro  ou cinco servidores municipais, com seus respectivos instrumentos de trabalho. Um verdadeiro espetáculo, que se estendeu por toda uma manhã. Havia torcida, quer dizer,  moradores da rua assistindo.

SERIEDADE  -  A administração municipal está autodefinindo suas atividades na coleta de rejeitos como "seriedade no tratamento do assunto ambiental". É preciso lembrar que esta seriedade começou lá trás, quando foi fechado o lixão, quando foi implantada a coleta seletiva do lixo orgânico, quando foi adquirida uma área para descarte de lixo, quando foi definida a coleta de restos de construção e de pneumáticos, bem como  a coleta de sucata eletrônica. Basta a administração aperfeiçoar e definir esta confusa coleta de galhos. 

CHATO MAS IMPORTANTE - "Tema de casa ficou chato e precisa mudar". Esta é a notícia. Os estudantes descobriram que tema de casa é coisa chata. Mas, vamos convir, é importante, para não dizer necessário. Quem sabe, se não fosse o celular, não haveria esta descoberta dos estudantes. 

LAMENTÁVEL O ESQUECIMENTO DO DIA DO IMIGRANTE, QUE TRANSCORREU, NO DIA 25 DE JULHO. NESTA DATA CHEGARAM OS PRIMEIROS 39 IMIGRANTES ALEMÃES AO RIO GRANDE DO SUL, HÁ 193 ANOS ATRÁS. 



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