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Economia para Consumo

31/03/2017 - Por João Seno
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A GUISA DE COMENTÁRIO - COMPETÊNCIA - Há muita choradeira por todos os lados. O choro que mais se ouve é o da dificuldade de encontrar emprego. As exigências são muitas. O mercado está exigente, além de recessivo. Nesta hora, entra em ação a competência. O candidato precisa ser competente. É o que falta, a competência. Competência não é sinônimo exatamente de preparo cultural, de preparo intelectual. A competência é algo complexo, que exige uma larga experiência e dedicação. E isso não existe em larga escala a lo largo. Quando o candidato ou a candidata a um emprego se apresenta no interrogatório, figura acima de tudo a experiência, além de outros predicados exigidos. Entenda-se que a larga experiência traz ao trabalhador a competência. Dificilmente, quem tem competência não encontre o seu lugar ao sol. A competência é um somatório de dedicação e de capacidade inata. 

DATA ABENÇOADA - O dia 4 de abril de 1962. Foi neste dia que o colunista veio assumir o magistério no Ginásio Pio XII, hoje, o Instituto Estadual Cardeal Pacelli. A partir de março de 1963, o Ginásio Pio XII passou a denominar-se Escola Estadual Cardeal Pacelli, onde o colunista assumiu a cadeira da Língua Portuguesa e, depois, também de Literatura Brasileira e Portuguesa, no 2° Grau. Foram anos de glória e de Educação em alto nível. Quem conduziu o colunista ao Ginásio Pio XII foi o padre Ghibaudo Orestes, que costumo chamar de meu segundo pai, com todos os méritos. 

QUATRO ANOS - O colunista morou no terceiro andar do prédio onde ainda hoje funciona o Instituto Estadual Cardeal Pacelli, num quartinho de 3x4, saindo dali, quando casou, em 1966. São lembranças doce-amargas daquele tempo distante. 

FINALMENTE - O nosso dileto ocupante do Palácio Walter Ullmann deu o ar da graça, depois de quase três meses de assunção do gabinete prefeitural. Incursionou na Capital Federal em busca de auxílios, integrando uma comitiva de mais de 15 prefeitos da região. Nada vazou sobre conquistas na ilha da fantasia. Ao que parece, a maior empenho é no sentido de arrumar subsídios para a saúde De outros projetos, até o momento, não se tem notícia. 

O QUE A GENTE APOSENTA, QUANDO SE APOSENTA? A frase é boa. É exatamente isso que o colunista precisa saber neste momento em que se aposenta definitivamente, porque, a partir do dia 20 de dezembro passado, data dos meus 77, larguei definitivamente as atividades, depois de 55 anos na diária luta. É impossível fazer nada. Do nada, nada vem. 

DESENCANTO - O colunista a cada dia que passa se desencanta mais e mais da política, depois de mais de meio século de convivência com políticos. Acima de tudo, a falta de verdadeiros políticos é o motivo do desencanto, a falta de autênticos líderes que cuidem mais do povo do que de si.

ATUALMENTE, NESTE PAÍS, SÃO CONSIDERADAS MILAGROSAS APENAS AS GRANDES DEFESAS DOS GOLEIROS. É O QUE SE CONSTATA EM RODADAS NO MEIO DA SEMANA E NOS FINS DE SEMANA.




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