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Câncer de mama deve atingir 58 mil mulheres no País, segundo o Inca

24/03/2017 - Por Jornal Semanal
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Estimativa é relativa a este ano; projeção é de que esse tipo de câncer seja o segundo mais incidente entre o público feminino

O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) estima que, neste ano, haverá 57.960 novos casos de câncer de mama entre as mulheres no Brasil - embora raramente, ele pode afetar homens, que também têm glândulas mamárias.
De acordo com o instituto, o câncer de pele não melanoma deve ser o de maior incidência no País para ambos os sexos, com 175.760 casos previstos, número que corresponde a 29% dos casos estimados, com o segundo câncer mais incidente em mulheres devendo ser o de mama.
Em homens, o de próstata deve vir na segunda colocação, com 61,2 mil casos. Somando todos os tipos de câncer, a estimativa é de que, no total, no País, haja quase 600 mil novos casos neste ano.

Dupla mastectomia
A presidente da Regional do Rio Grande do Sul da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM-RS), Maria Angela Bongers Alexandretti, reitera, em entrevista ao Semanal, que hábitos de vida como beber e fumar, além da obesidade e do sedentarismo, podem contribuir para o surgimento da doença.
Também, quanto às mulheres que têm histórico familiar de casos, a mastologista explica que "as pacientes que apresentam risco genético devem começar o controle dez anos antes da idade em que seu familiar teve o câncer".
Em relação às situações em que é indicada à paciente a dupla mastectomia preventiva - a retirada das duas mamas -, ela diz que a recomendação se dá a pacientes com mutação genética comprovada.
Porém, apesar de o risco de ter o câncer diminuir consideravelmente, o procedimento não é garantia de que a doença não vá se desenvolver. "Na mastectomia com preservação de pele, pode ficar tecido mamário", expõe a presidente.
Quanto à reconstrução das mamas, "em geral, é feita junto com a mastectomia redutora de risco, mas tem casos em que não é possível, quando há risco para a paciente. Toda cirurgia oferece riscos, por isso a paciente passa por uma avaliação rigorosa antes".

FOTO:SBM-RS/DIVULGAÇÃO

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