Terça-feira, 23 de maio de 2017
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Economia para Consumo

03/03/2017 - Por João Seno
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À GUISA DE COMENTÁRIO - A HIPOCRISIA ABUNDA - Ninguém gosta de ser chamado de hipócrita. É uma aleivosidade. Mas ela existe e como existe. Ela abunda. Em todos os segmentos afloram os hipócritas, aqueles que fazem de conta. Não foi debalde que até o Papa Francisco em seu pronunciamento disse literalmente: "É melhor ser ateu do que católico hipócrita". Mas não é só no segmento religioso que existem os hipócritas. Eles estão, sobretudo, empilhados no segmento político-partidário de nosso País, neste início de século XXI. É que nossos políticos não são autênticos, não importa o partido, mas são fajutas, porque descumprem os princípios legais e cuidam mais de si e dos interesses do partido do que dos interesses da população, que representam na governança, no Congresso Nacional e nos Parlamentos. E a população está cansada de assistir este teatro, esta ópera-bufa todos os dias da semana, todos os dias do mês, todos os anos. O eleitor tem sua chance de apostar em homens autênticos nas urnas. O eleitor não pode ser hipócrita nesta hora. 

PODEM CRER, NO FUTURO, TODOS SEREMOS CHIPADOS. 

GALERA ANIMADA - A galera petista se agita: a ex-presidente Dilma Rousseff deu sinal de vida. Ela admite concorrer nas eleições de 2018 ao Senado, desde que a pesquisa lhe dê garantias de eleger-se. Uma candidatura para ocupar uma vaga no Congresso Nacional é mais remota. 

"OS NOSSOS DESAFIOS SERÃO VENCIDOS PAULATINAMENTE". Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. 

CAEM AS TAXAS - O Copom esteve reunido, na semana passada, e baixou mais uma vez a taxa básica Selic em 0,75%, passando para 12,25%. Convém lembrar que a Selic esteve em 14,25%, quando começaram os sucessivos cortes. Os cortes do Copom vêm ao encontro da normalização de nossa economia, porque significam a prática de juros menores no atual mercado recessivo. 

METAS - Será que nossos governantes recém-empossados estabeleceram metas para suas administrações municipais? O bom gestor público precisa administrar por metas. O resto é chute.  

NORMALIZAÇÃO DO DESEMPREGO - Vai demorar um pouco. A normalização da queda da taxa do desemprego é lenta e gradual. A economia já deu sinal de melhoras em vários segmentos, mas as taxas de desemprego continuam altas. O segmento mais lento é o industrial. O setor com menor número de desempregados é o agropecuário. 

PALMAS PARA QUEM MERECE - Isso é o certo. Bater palmas para quem nada faz e nada fez, não é correto. 

FALTA UMA GRANDE LIDERANÇA NA REGIÃO - A nossa região é rica em produção primária, apesar da escassa diversificação. No entanto, a região se ressente de infraestrutura e obras de porte. Tudo porque faltam reivindicações competentes, que precisam ser encabeçadas por lideranças e empreendedores. 



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