Quarta-feira, 22 de maio de 2019
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Economia para consumo

22/02/2019 - Por João Seno
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À GUISA DE  COMENTÁRIO  - VALOR - Tudo tem seu valor. Mais ou menos. Os valores divergem e até divergem muito. Um quilo de bananas vale um pouco mais do que um real. E o quilo de ouro vale uma fortuna. Muitas coisas até são  supervalorizadas. Tudo por causa da sua importância. Isso também vale para o mundo profissional, onde comunicadores,  artistas e profissionais  recebem valores absurdos. Os nossos políticos e autoridades governamentais também são supervalorizados, não importando os resultados. Só o trabalhador, este que está na base da nossa escala profissional, tem baixa cotação.  Não pensem, pois, que os que estão alcandorados lá em cima olhem para os que estão sentados aqui embaixo. Então, vamos ter que contentar-nos, quando nos dão valor os que sentam do nosso lado, que são nossos iguais. 
QUASE NADA  - Muito barulho e pouca música. É o caso das mudanças adotadas para o IPTU do presente exercício pela municipalidade. Corta-se a taxa de expediente e o auxílio ao Corpo de Bombeiros e diminui-se o percentual da taxa existente para quem paga o tributo de uma vez. E acrescenta-se a inflação do ano que passou. Deu? Ninguém fica pobre e ninguém fica rico. Todavia, os cofres da municipalidade agradecem. E nada de novo com os sonegadores.  
A LUTA CONTRA O MOSQUITO - Não pode parar o combate ao mosquito  como parou neste Verão. O mosquito transmissor da dengue pode continuar voando por aí. Foi agora que as autoridades competentes se deram conta. Tanto assim que até tem gravação sonora circulando pelas ruas da cidade chamando atenção da população para evitar a proliferação do perigoso inseto. Longe de nós a chikungunya. Longe de nós a dengue.
AMEAÇAS - Na semana passada, a GM de Gravataí ameaçou fechar as portas da unidade instalada naquela cidade e da unidade de São Bernardo do Campo, em São Paulo, exigindo cortes e obtenção de vantagens. Nesta semana, a Ford avisou que vai fechar a unidade daquela empresa no ABC paulista. Imaginem se isso vier a acontecer. Seria um tapa na cara da economia brasileira. Seriam milhões e milhões a menos na arrecadação de ICMS e a perda de milhares de empregos, muitos deles bem remunerados. Só o encerramento das atividades da Ford de São Bernardo do Campo, em  São Paulo, significaria perda de 2,8 mil empregos. Que tapa na cara!  
É PRECISO FAZER MAIS COM MENOS. SOBRETUDO, NOS ÓRGÃOS PÚBLICOS, QUE ESTÃO ACOSTUMADOS A FAZER MENOS COM MAIS.
"ESTÁ NA HORA DE MUDAR, COMEÇANDO PELA GESTÃO MUNICIPAL, QUE REPRESENTA A BASE DA PIRÂMIDE SOCIAL E POLÍTICA". A colocação, por sinal inteligente, é do colunista Walter Lídio Nunes, vice-presidente da Ageflor. 
É O INÍCIO DAS MUDANÇAS - Deram entrada nesta semana, no Congresso Nacional, para estudo, debate e aprovação  dois importantes projetos.  O ministro Sérgio Moro encaminhou o projeto anticrime  e o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, encaminhou pessoalmente o projeto da Reforma Previdenciária na Câmara dos Deputados. Caso raro na história política brasileira. E paralelamente há uma verdadeira corrida de trabalhadores ao INSS, tentando a sua aposentadoria, com receio de perder vantagens com a nova legislação. 



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