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Economia para consumo

01/02/2019 - Por João Seno
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À GUISA DE COMENTÁRIO - SERÁ A GANÂNCIA O MOTIVO? - Tudo indica que seja. As pessoas não olham para o bem-estar do próximo e nem olham para o bom desenvolvimento do meio ambiente. As pessoas, vida de regra, olham o lucro da empreitada. É acompanhar o que está acontecendo, em Brumadinho, em Minas Gerais. Morrem centenas de pessoas e os prejuízos da natureza são incalculáveis. E isso não vale só para Brumadinho, mas vale para todos os recantos do País, onde existem milhares de arapucas, que buscam ganhos milionários e não bem-estar e benefícios para o ser humano. Não podemos esquecer a agricultura e o agronegócio, que promove o bem-estar de muitos, enchendo-lhes o bolso, mas se esquecem de valer-se de meios ilegais - uso de agrotóxicos - para aumentar os ganhos em detrimento de outros. A vida humana vale mais do que qualquer dinheiro.  O ser humano acima de tudo. 
 
OS PREÇOS ESTÃO PELA HORA DA MORTE - Estão cobrando sem dó nem piedade o que querem. Os serviços em Três de Maio estão caríssimos. Não combinam com os ganhos da maioria dos cidadãos. E combinam muito menos com o salário mínimo. Devagar com o andor.

AS NOVAS PLACAS DOS VEÍCULOS - As placas não estão com nada. Muitas são as críticas que se ouvem. Não contribuem em nada as populares placas. Do contrário, não identificam mais o município de origem do veículo, o que dificultaria a identificação. E também são alvo de críticas da população o elevado preço cobrado. Se não há nenhum elogio, até o momento, seriam estas novas placas mais um caça-níquel? Ou será que a população não entendeu a razão da mudança das placas?

ATENÇÃO AO CENTRO URBANO - Se fizerem as contas, os cidadãos que residem no centro da cidade e têm imóveis ou veículos são imensamente mais do que os que residem nos bairros e vilas. Logo a arrecadação que eles propiciam aos cofres municipais são imensamente maiores  do que os  propiciados pelos  moradores dos bairros. Então, os benefícios também deviam ser maiores para quem mais contribui com os cofres. Mas é o que não acontece, porque temos calçadas ruins no centro, asfalto precário e faltam flores, para que sejamos a Cidade Jardim, onde a vida é melhor. 

DINHEIRO - Quem tem dinheiro flana. E quem não tem se abana e senta na sombra. E não são poucos. 

AUXÍLIO-MUDANÇA - Se existe uma injustiça e falta de coerência é o tal de auxílio-mudança de que gozam os senadores, deputados federais e estaduais no fim do mandato e no começo de mandato. Tem mais um jeito de prêmio pela eleição e pelo fim de mandato. São alguns milhões que saem dos cofres públicos num País e de estados falidos. Lamentavelmente, só meia dúzia de parlamentares abre mão desse vil metal, porque entendem que não é justo. Temos que investir menos em parlamentares de todos os níveis que nada fazem pelo povo e pela comunidade. 

MODELOS - O recém-empossado governador, Eduardo Leite, já está sendo indicado como modelo, porque sabe dialogar com os companheiros e também com os adversários. Aliás, modelos nós precisamos em todos os municípios. E Três de Maio tem vários modelos. Um deles - modelo dos últimos 50 anos - é Olívio José Casali, que celebra, hoje, suas bodas de ouro. Uma feliz união que dura meio século. Mas Olívio Casali também é modelo de administrador - foi prefeito em quatro mandatos - e é modelo empresarial como introdutor da comunicação do sistema FM em Três de Maio, há 30 anos, quando não se cogitava disso na região. E, hoje, é modelo regional. Merece, pois, nossa admiração e nossos cumprimentos. 



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