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Economia para Consumo

09/11/2012 - Por João Seno
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À GUISA DE COMENTÁRIO - UM NOVO TEMPO - Está chegando um novo tempo. O novo tempo da Educação já foi anunciado, depois de ter sido detectado o fracasso da Educação brasileira, em 88° lugar no ranking mundial. Assim, sucessivamente, terá que chegar o novo tempo político. A mesmice cansa. Bem como um novo tempo para a nossa economia. Haverá novas necessidades, novas atividades. Poderão sobrevir crises econômicas. Não demora  e a segurança viverá nova realidade. A criminalidade ou recrudesce ou serão impostos novos parâmetros aos delinquentes. Como está não pode e nem vai ficar. A estrutura familiar vai ter revisão. A ciência terá novos inventos. A agricultura terá que mudar, para produzir mais e melhor. Cada dia que passa é um avanço ou um retrocesso. É a dinâmica da vida. O que não pode é estagnar.
DECANO  -  Já devem ter ouvido falar de decano. É a pessoa mais idosa que integra uma instituição. É o que tenho sido no  atual período administrativo, com 73 a completar. São 14 anos, desde 1977, que acompanho o prefeito mais vencedor de Três de Maio em três mandatos. Talvez, um recorde. 
"ESTAMOS A CONDENAR NÃO ATORES POLÍTICOS, MAS PROTAGONISTAS DE SÓRDIDAS PRÁTICAS CRIMINOSAS. ESSES DELINQUENTES ULTRAJARAM A REPÚBLICA. É O MAIOR ESCÂNDALO DA HISTÓRIA". Ministro Celso de Mello do STF.
REAÇÃO DE DIRCEU: Condenado o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, prepara sua guerrilha (disso ele entende): ele quer desqualificar o Judiciário e culpar a imprensa pelos seus crimes. Ele se coloca acima da lei.
O INTERESSE PARTIDÁRIO NÃO PODE ESTAR ACIMA DO INTERESSE PÚBLICO. É HORA DE ENTENDER ISSO. 
CLASSES  -  A classificação social é feita de acordo com os rendimentos. Pertencem à classe A os cidadãos que têm rendimento mensal superior a R$ 7.000,00. Na classe B situam-se os que ganham mensalmente entre R$ 2.200,0 e 7.000,00. E integram a classe C os que ganham entre R$ 906,00 e 2.200,00. A classe D ganha menos de R$ 906,00. E fazem parte da classe E os que têm ganhos ínfimos. 
TIMIDAMENTE - Se começa a falar em reformas fatiadas, quer dizer, reformas  em prestações.  Estão sendo anunciadas reformas políticas, tributárias, previdenciárias. Tudo timidamente. Os empresários querem a reforma tributária, porque os impostos estão muito altos. Os políticos e os eleitores também anseiam por reformas. E os governantes querem a reforma previdenciária. Para quê? Para tirar vantagens dos idosos e dos aposentados em geral. É hora de ficar de olho.
PANO PARA MANGA  - A discussão do piso nacional do magistério ainda vai dar muito pano para manga.  O governador do Estado não quer sequer ouvir falar do assunto. A desculpa até então fora a alíquota do Fundeb. Agora, estão discutindo a alíquota em outros patamares: uma mescla de INPC com crescimento do PIB, o que daria por volta de 9%, em janeiro de 2013. As prefeituras(são poucas as que pagam o piso) não vão suportar um aumento de 22%, como estava previsto para o próximo janeiro. O assunto precisa ser mais bem equacionado.




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