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Economia para Consumo

22/07/2016 - Por João Seno
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À GUISA DE COMENTÁRIO - GRATIDÃO NÃO CUSTA NADA - Afinal de contas, existe a gratidão? Muitas vezes se ouve dizer: "Sou-lhe eternamente grato por tais e por tantos favores". Podem ser honestas as manifestações. Podem não ser. Nem sempre tudo o que se diz é verdadeiro ao pé da letra. A gratidão é um gesto, digamos, generoso. Vem de dentro de pessoas especiais, com sentimentos superiores. Quando alguém diz 'obrigado', pretende ser generoso, grato a alguém que prestou algum favor. Mas esta virtude paulatinamente está sendo riscada do dicionário da diuturna convivência. Querem ver? Há quem presta décadas e décadas de bons serviços à comunidade e nem um muito obrigado. A gratidão não é paga com dinheiro, mas com gestos de reconhecimento. Quando o filho diz: "Devo tudo o que sou e tenho a meus pais", é uma forma de reconhecimento, é um gesto de profunda gratidão. "Se sou alguma coisa na vida, devo tudo a meus mestres". É mais um gesto de gratidão do discípulo para com os seus educadores. A gratidão não custa nada. Não é dispendiosa. Ela não empobrece ninguém. A gratidão enriquece quem a pratica. 
É PRECISO SER E NÃO PARECER. ATRÁS DE UMA FOTO BONITA PODE ESTAR UM BICHO-PAPÃO
"O defeito mais grave do ser humano é a ingratidão". Frase do filósofo espanhol José Ortega Y Gasset. Muito se faz a gratidão para quem não merece. E gratidão não se compra em farmácia. 
ASSIM O NOSSO IPERGS VAI PARA AS CUCUIAS - Os safardanas estão metendo a mão até no instituto do servidor público do Estado. O servidor público desconta e desconta bem todo mês, mas quando precisa dos préstimos do IPERGS, as dificuldades são enormes. Só nos medicamentos o ágio é de 45%, o que abriu um rombo de R$ 200 milhões só em 2015. Indigna os contribuintes do IPE-Saúde o pagamento com ágio a prestadores de serviço. Há absoluta falta de fiscalização. 
QUEM FALA A VERDADE? - A Federação dos Servidores Públicos do Rio Grande do Sul explicou a difícil situação do IPERGS, porque tem quase um bilhão em crédito a receber dos poderes estaduais e órgãos públicos. Só que os órgãos públicos nomeados dizem que não devem nada ao Instituto de Previdência do Estado. Quem estaria faltando à verdade? Vai saber. 
ATÉ O FUTEBOL ESTÁ PERDENDO A CREDIBILIDADE. Quem manda é o dinheiro. 
ESTATÍSTICA FAVORÁVEL - Quando faltam cerca de 30 dias para a decisão da permanência de Michel Temer no governo interino ou a volta de Dilma Rousseff, os números são favoráveis a Temer: 50% dos entrevistados querem que Temer se efetive no governo e 32% querem a volta de Dilma Rousseff. 
NÚMEROS DA ECONOMIA - A razão da melhora do otimismo dos brasileiros em relação ao governo interino são os números da economia. A inflação está caindo e as condições de emprego estão melhorando aos poucos. É preciso ter otimismo com os pés no chão, porque a economia tem altos e baixos. 
NÃO SE PODE VENDER UTOPIAS. ESTRUTURAR PLANOS BONITOS NO PAPEL É FÁCIL. DESENVOLVÊ-LOS É DIFÍCIL. 







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