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Economia para Consumo

22/01/2016 - Por Jornal Semanal
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À GUISA DE COMENTÁRIO - UMA COLCHA DE RETALHOS - Parece que é isso o nosso mundo de hoje. As nacionalidades cada vez mais estão mal definidas. Cada vez mais brasileiros estão indo para o Canadá, para os Estados Unidos e para o Oriente em busca de oportunidades. Cada vez mais haitianos, senegaleses e sírios vêm para o Brasil em busca de trabalho, fugindo da miséria e das perseguições. Essa é a tônica, também na Europa. Sobretudo, milhares de sírios, fugindo das perseguições movidas por governantes déspotas, fogem para o desterro, em países da Europa, sendo os principais destinos a Alemanha, a Itália, França, entre outros. É dessa forma que se desenha, hoje, o tecido mundial - uma variegada colcha de retalhos, multicolorida de costumes, falas e culturas. Cumpre acompanhar esta onda de fugas de suas pátrias para o desterro em que vai dar nos próximos tempos. Haverá aclimatação e serão superadas as diferenças, os preconceitos e as necessidades primárias de moradia, emprego e costumes? Sem dúvida, o mundo está passando por uma profunda transformação. Ainda não deve ser anunciada a geena bíblica.
 
DEFASAGEM - O ano de 2016 começa com defasagem de professores e policiais. Como vinha acontecendo durante todo ano de 2014, o governo vem enfrentando sérios problemas de caixa. Convocar professores e policiais já concursados não seria o problemas, neste início de 2016, o problema é a falta de dinheiro. Só a convocação de novos PMs custariam m ais de 9 milhões por mês. Enquanto isso, a violência campeia em todo Rio Grande. Haveria a necessidade de integrar, no mínimo, 2,5 mil policiais militares. Esta é a nossa triste realidade. Não é falta de vontade, é falta de dinheiro. 

MERCADO - O mercado recessivo que o Brasil está atravessando tem muito a ver com saturação do mercado. Este fenômeno se repete de décadas em décadas. Sobretudo, o mercado do segmento industrial passa por esta mudança, trazendo consigo consequências desastrosas, como desemprego e queda de vendas. Os governantes têm o mau vezo de tentar consertar o estrago artificialmente, anunciando financiamentos, diminuição de juros e até a exoneração fiscal. Serão necessários alguns anos para sarar esta ferida, que é estrutural. 

RECOMPENSA -  O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, dispensado do ministério de Dilma Rousseff por incompatibilidade, foi recompensado, e já está contratado para operar no Banco Mundial. Viram competência nele. 

A DIFERENÇA - No dia 04 de fevereiro de 2011, nasceu o quarto neto, Ryan Marconi, em Sorriso-MT, deste colunista. O colunista viajou de ônibus 2400 km, custeando as passagens. O detalhe: presenciei o nascimento do garoto de dentro da sala de parto, coisa que nem me foi dado com meus filho e mais: paguei as custas do parto. Ela, a presidente da República, veio de Brasília de avião para prestigiar o nascimento do segundo neto, em Porto Alegre, com dinheiro do povo. A diferença. E ainda fez um passeio de bicicleta, acompanhada de dois seguranças, na orla do Guaíba. 

PISO SALARIAL EM ALTA - Apesar da falta de dinheiro, o piso nacional do magistério continua em alta. Sem dar ouvidos ao choro dos prefeitos e governadores, o Ministério da Educação elevou o índice do piso nacional do magistério acima da inflação de 2015: 11,36%. Em 2016, o valor pago para 40 horas semanais passa a ser de R$ 2.135,64. Claro que não é nenhuma fortuna, mas o Estado não o paga e muitas prefeituras não acompanham o aumento acima da inflação. 




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