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Economia para Consumo

15/05/2015 - Por João Seno
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À GUISA DE COMENTÁRIO - A SORTE AJUDA - A quem? A quem? A quem trabalha. A quem luta. A quem busca. São interpretações várias sobre a tão perseguida sorte. Sorte é para quem tem, refletem alguns. Outros já pensam diferente, achando que existem os sortudos, que ganham tudo, que conseguem tudo. Na verdade, não há uma definição clara sobre sorte. Talvez, ninguém saiba a razão, ou as razões por que a sorte bafeja alguns e não a outros. A verdade é que muitos há que buscam a sorte, perseguem-na. Muitos definem, porém, que a sorte é daqueles que trabalham. Razão pela qual há muitos que qualificam aqueles que lutam e trabalham em busca de metas e objetivos como sortudos. Na verdade, trabalho e luta não tem nada a ver em comum. A conquista pelo trabalho, pela luta, é mérito e não é nenhum ingrediente da sorte. Ouve-se reiteradamente "fulano é boa gente, mas não tem sorte". Seria, pois, a sorte coisa do mero acaso? Talvez seja. Talvez não seja. Quer parecer que a sorte é indecifrável e para muitos ela nem existe. Se trataria apenas de um achismo indecifrável. No entanto, verdadeiras multidões a buscam com sofreguidão.

REGIÃO METROPOLITANA DO NOROESTE GAÚCHO - A criação da Região Metropolitana da Fronteira Noroeste é uma das propostas do presidente recém-eleito da Associação dos Municípios da Grande Santa Rosa, Olívio José Casali. São 77 os municípios das Associações dos Municípios Celeiro, Missões, Planalto Médio e Grande Santa Rosa, que compõem a região metropolitana, com uma população aproximada de 800.000 habitantes, correspondendo a 7% da população do Rio Grande do Sul e 7% do PIB/RS. Sem dúvida, uma inovação sem precedentes. O prefeito Casali buscou inspiração nos Projetos de Lei Complementares n°s 177/2014 e 310/2013, propostos pelo deputado Ernâni Polo. O protocolo pró-criação da Região Metropolitana do Noroeste Gaúcho foi firmado, no dia 30 de abril, durante reunião-almoço da Associação dos Municípios da Grande Santa Rosa, durante a XIV Expofeira do Agronegócio.

PROFISSIONALISMO - É o cumprimento da profissão com eficiência e dedicação. Também existe o semiprofissionalismo e o profissionalismo zero.

FIES É FRUSTRAÇÃO - A Pátria Educadora está começando mal: frustrou milhares de estudantes universitários que se habilitaram ao financiamento estudantil. São 15 mil só do Rio Grande do Sul. Tudo porque não há dinheiro. É o contingenciamento anunciado.

NA MARCHA DOS PREFEITOS - Não vão pressionar pelo aumento de 1% do retorno do Fundo de Participação dos Municípios/FPM, porque esta possibilidade já foi descartada. Na 18ª Marcha dos Prefeitos a Brasília, no período de 25 a 28 de maio, os Chefes de Executivos Municipais vão batalhar pela alteração da forma de distribuição dos royalties do petróleo. Esta mobilização anual dos prefeitos, que tem à testa a Famurs e a CNI, não vem dando resultados.

A TAL DE DÍVIDA ATIVA - Não é justo que alguns(ou muitos) contribuintes privilegiados deixem de pagar seus tributos. É uma injustiça frontal contra aqueles que pagam religiosamente seus impostos em dia. E o pior é que muitos são anistiados por decurso de prazo.

É PRECISO ACOSTUMAR-SE - Cabe aos usuários o ônus da coleta do lixo. À administração municipal cabe a gestão do lixo. Isto significa que as taxas da limpeza pública serão mais significativas em futuros tempos. Do jeito que está, hoje, os recursos para a coleta do lixo saem quase na totalidade dos cofres municipais. Tudo porque as taxas praticadas são irrisórias.



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