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Economia para Consumo

08/05/2015 - Por João Seno
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À GUISA DE COMENTÁRIO - A INVEJA É AMARELA - Não se sabe ao certo porque resolveram atribuir cor à inveja. Uma vez o amarelo era uma cor, digamos, desprezível. Ninguém queria vestir amarelo, porque era horrível. Hoje, ao contrário, o amarelo figura entre as cores preferidas. Mas a inveja ficou com esta marca. Talvez, hoje, pintariam a inveja de outra cor. Quem sabe, cinza. Cor de ocre. Mas com cor ou sem cor, a inveja existe e como existe. É só alguém se exceder, já se acham mil e um defeitos. Tudo por causa da santa inveja. Os invejosos abundam. E tudo por causa da falta da capacidade de assimilar os haveres e feitos do próximo. Quem nada tem e nada faz, não é objeto da inveja e do despeito. Do contrário, inspira pena. O pior da inveja é quando o invejoso passa de um em um e bisbilhota:"Você ainda não sabia que fulano?..." Deveriam os invejosos e linguarudos ter calos na língua e dores na consciência. Poderia ser uma classe em extinção para o bem de todos nós. As cores vivas devem ser reservadas para pintar os que falam bem da vida alheia.

ELA NÃO FALA - A presidente, a nossa presidente resolveu não falar no Dia do Trabalho. Logo ela que dá um dedo por um pronunciamento na rede de televisão. O que teria havido? Decerto não tinha nada para prometer aos trabalhadores, aos sofridos trabalhadores. Medo de panelaços?

OLHA LÁ - A nossa dívida pública salta para 2,44 trilhões. Alta de 4,79% só no mês de março. Sobre este montante incidem juros apimentados, que significam saídas polpudas do caixa todos os meses. Por isso, só se fala em fechar a torneira, cortar os gastos e economizar. Se as entradas no caixa fossem proporcionais, não haveria problema. Mas não é o caso.

PAGAR NÃO DÓI - Quando há retorno. Quando o consumidor adquire um produto e este agrada, não há como reclamar do preço. No entanto, quando se trata de tributos, a dor do contribuinte é forte, porque não há retorno satisfatório. A violência campeia, a infraestrutura é precária e falta assistência compatível. É, por isso, dolorido pagar altos impostos.

NOSSO PARQUE INDUSTRIAL -
Desde os primórdios da nossa história, se dizia que Três de Maio tem vocação comercial. Parece ser verdade, porque temos 743 empresas comerciais em pleno funcionamento no Município. Mas são os empreendimentos do setor terciário - serviços - que surpreendem com 1.196 unidades. No entanto, a vocação industrial, que alguns pioneiros exerceram, vem crescendo. Temos, atualmente, 181 unidades industriais dos diversos eixos funcionando nos segmentos metalmecânico, moveleiro, agropastoril, têxtil e lácteo. Tudo graças à implantação de áreas industriais.

E O GOVERNADOR VEIO - O que parecia quase impossível, aconteceu. O terceiro governador veio a Três de Maio, no atual período administrativo. Os dois anteriores deixaram sua marca. Vamos ver o que José Ivo Sartori poderá legar para Três de Maio, no meio deste mar encapelado de dificuldades que pegou. Também prestigiaram o nosso maior acontecimento bienal secretários e deputados, retribuindo o apoio político sistemático que vêm recebendo do povo tresmaiense.

FALAR MENOS E FAZER MAIS -
Sem dúvida, é uma boa proposta para qualquer cidadão, quanto mais para as autoridades governamentais. Não é a regra, mas a exceção dos nossos governantes. 



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