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Economia para Consumo

02/09/2013 - Por João Seno
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À GUISA DE COMENTÁRIO  -  MUITA CONVERSA E POUCA AÇÃO  -  É a tônica desta quadra que estamos atravessando. É muito papo. É muito blá, blá, blá. É muita conversa. E muita reunião com pouco caldo. Fala-se bastante. Demais. As ideias são abundantes. Mas, quando as ideias são sementes estéreis e ruins,  não haverá frutos. E plantas sem frutos são arrancadas,  não têm utilidade. Assim são as conversas estéreis: não merecem sobrevivência. Plantas que dão frutos são como palavras que produzem ações. Toda proposta verbal deveria transformar-se em ação profícua. Do contrário, perde-se tempo. Planta-se sementes infrutíferas. Econômico no falar, rico no agir. Parcimonioso no dizer, abundante no fazer. Em cumprindo isso, atingem-se resultados. E no frigir dos ovos o que interessa são resultados. De preferência, bons resultados. Quando existe boa vontade, não há necessidade de muita falação.
DESAPOSENTAÇÃO NO SUPREMO  -  Mais de 100 mil processos de desaposentação estão na Justiça, aguardando a decisão do Supremo Tribunal Federal em relação à matéria. Está em discussão a troca de aposentadoria com menos tempo de contribuição e menos idade, por uma nova aposentadoria, com mais idade e mais tempo de contribuição. O resultado deverá ser uma aposentadoria mais polpuda. Difícil uma posição favorável do STF, porque envolve milhões a mais de desembolso da Previdência Social.
É UM DESRESPEITO -  Para com os proprietários de imóveis  a  procrastinação dos despejos dos inquilinos intimados juridicamente a deixar um imóvel. É justo alguém morar no que é teu durante dois ou mais anos e não pagar sequer o aluguel? Santa Justiça, até quando?
VEJAM SÓ QUE TEMPOS! JOVENS ESTUDANTES DEPREDANDO E INCENDIANDO ESCOLAS.
É PROIBIDO PROIBIR  - Deveria ser posto em prática este jargão. Há muita proibição  boba e desnecessária. Por que proibir o preconceito? Proibir que se fume ajuda? Por que não proibir a ingestão de bebida alcoólica?  Não resolveria nada.
O DÓLAR DISPARA  - Os bons tempos do dólar barato se foram. Está ultrapassando a casa dos R$ 2,40. Bom para uns, ruim para outros. Para a economia é ruim, porque muitos produtos sobem e afetam a inflação. Com certeza, os combustíveis (atualmente são subsidiados) vão subir. Com a melhora da economia na Europa e nos Estados Unidos o dólar só valoriza. Os exportadores agradecem. A moeda norte-americana só se acalma, se  o governo fizer leilões diários.
É PRECISO DINAMIZAR E NÃO DINAMITAR. USE O BONÉ PARA QUEM SERVIR.
"Sem o engajamento das pessoas, nenhuma política pública de recolhimento de lixo dará certo.  O maior desafio é o engajamento da sociedade na coleta seletiva".
SE TIVER UMA IDEIA E NÃO A PATENTEAR, NÃO SEREI DONO DELA.
TRABALHADOR POUCO VALORIZADO  -  Cada vez menos se valoriza o trabalho e consequentemente o trabalhador. Por exemplo, a queda em julho passado foi de 0,9%. O rendimento médio ficou em R$ 1.848,40. Este não é o padrão de ocupantes de altos cargos públicos. O pior é que os recuos da renda do trabalhador são sistemáticos. E os serviços estão caros. Por culpa de quem? Para  o empregador  o trabalhador custa caro, por causa da incidência dos custos sociais.




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