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Economia para Consumo

28/06/2013 - Por João Seno
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À GUISA DE COMENTÁRIO - VIOLÊNCIA - Violência gera violência. Esta afirmação vem de longe. E, durante o passar dos anos, se constatou que a frase é absolutamente verdadeira. E por ser verdadeira devíamos todos prezar mais a paz, a harmonia. Quase todos os dias pode constatar-se que nesses nossos tempos difíceis, bicudos, pode observar-se a eclosão de violência gratuita. Depredação, agressões, estragos e prejuízos volumosos por causa de centavos no aumento da passagem de ônibus. É violência gratuita. Chamam isso de  protesto democrático. Queimar ônibus e carros, pondo em risco a vida das pessoas, tudo, segundo os arruaceiros, são manifestações democráticas. E ainda proclamam que protesto não é crime. Ao que parece, se perdeu a noção de democracia e de crime. Nem a polícia é respeitada pelos infames, que se julgam nos seus direitos. Alguma coisa não cheira bem, como já dizia, 50 anos atrás, hoje, um velho professor.

A REVOLTA DO POVO - As manifestações de rua, não podem ser atribuídas exclusivamente a  baderneiros. Estes milhares de manifestantes - fala-se em mais de 200 mil na noite do dia 17 de junho, em 11 capitais - não são todos arruaceiros. A maioria foi gente pacífica, que aproveitou a deixa e foi para a rua manifestar o seu descontentamento, a sua insatisfação pelo que está ocorrendo nos quatro quadrantes do País. Há indignação no ar do meu País. E os governantes fazem cara de bobo e não querem entender. Os políticos estão boquiabertos, querendo interpretar a voz das ruas. É o povo cansado de promessas bonitas durante a campanha eleitoral, que não vêm sendo cumpridas. É a lerdeza das instituições, que não andam, não despacham. É o baixo salário dos trabalhadores e as fortunas metidas nos bolsos dos políticos e apaniguados. É a falta de segurança do cidadão, que precisa trancar-se em sua própria casa E mais, muito mais. Tudo isso está sendo reivindicado, depois que o monstro foi para a rua.

COMPARE - Qual dos dois textos é o verdadeiro?

QUEM DIRIA! - Dívida paralisa a Petrobras. Quem diria, a nossa potente Petrobras endividada. E a dívida não é pequena: R$ 7,3 bilhões. Por isso, a estatal está impedida de importar, exportar e participar das rodadas do pré-sal. Causas? Devem ser as mais diversas.

INSATISFAÇÃO - Seria este o termo para as arruaças de insatisfeitos manifestantes em várias praças do País? Duda Mendonça, o marqueteiro que elegeu Lula, diz que "enxerga uma insatisfação difusa da população".

O QUE ACHOU? - "Baixa produtividade na economia e alta mortalidade no trânsito podem ser melhoradas, acabando com os feriadões, trabalhar mais e passear menos". A frase é de um médico da Capital. O que achou da proposta do clínico?
AS BENESSES PARA ALGUNS; PARA OS OUTROS, NADA.  SE HÁ PROTESTOS, É PORQUE HÁ ERROS CRASSOS E INJUSTIÇAS GRITANTES SENDO PRATICADAS. É DIFÍCIL ENCONTRAR ALGUÉM QUE NÃO TENHA MOTIVOS PARA PROTESTAR.

DÍVIDA INTERNA - PERIGO À VISTA: Quando Lula assumiu o governo em 2002, os montantes da nossa dívida eram: 212 bilhões, a dívida externa; 640 bilhões, a dívida interna. Total das dívidas: 852 bilhões. E, agora, vejam, como estava, em 2007: a dívida externa foi zerada, mas a dívida interna foi para 1 trilhão e 400 bilhões. Pergunta-se: adianta zerar a dívida externa e dobrar a interna?




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