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Centro Especializado em Reabilitação Auditiva e Intelectual está em funcionamento

13/09/2019 - Por Jornal Semanal
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Atendimentos estão sendo realizados desde maio, contemplando oito municípios da região

A Apae de Três de Maio obteve mais uma importante conquista no ano de seu cinquentenário. Em abril, foi publicada a portaria de autorização e funcionamento, pelo Ministério da Saúde, para o Centro Especializado em Reabilitação Intelectual e Auditiva (CER II), e que estabelece recurso do Bloco de Custeio das Ações e Serviços Públicos de Saúde a ser incorporado ao Grupo de Atenção de Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar do Estado do Rio Grande do Sul.
O serviço está em funcionamento desde o mês de maio, sendo que no dia 9 de agosto o presidente da Apae, Vilson Foletto, esteve em Porto Alegre para a assinatura do convênio. Foletto comemorou a conquista do CER II. "Contamos com o apoio de diversas pessoas e entidades para que este sonho se tornasse realidade, dentre eles o ministro Osmar Terra, que desde o início auxiliou neste processo", salienta.

Serviços pelo SUS
Os serviços são oferecidos pelo SUS e os equipamentos foram adquiridos pela instituição com apoio, parceria e financiamento do Sicredi. 
O presidente explica que o CER II é uma ideia a Apae sempre almejou. "Somos a primeira Apae gaúcha que conseguiu este centro, o que reforça a importância do nosso trabalho transparente e responsável e a visão que as pessoas têm sobre nosso serviço."
Foletto ressalta que a Apae atua em três áreas: educação, saúde e assistência social, e o CER II vem a reforçar a área da saúde, visto que "uma das coisas que mais o aluno especial necessita está relacionado à saúde, área na qual vimos a possibilidade de ampliar os serviços, a fim de atender toda a comunidade que precisa dele, gerando recursos para que a Apae consiga se manter e caminhar com as próprias pernas", acrescenta o presidente, que está na sua quarta gestão, totalizando 12 anos na presidência da Apae. 

Atendendo a demanda microrregional
O assistente social da Apae, Leandro Steiger, responsável pelo CER II, explica que o centro contribui no atendimento qualificado aos munícipes da região, amplia o acesso aos serviços, divide responsabilidades que atualmente recaem sobre um prestador de serviço, diminui custos aos gestores municipais, auxilia na resolutividade do serviço, busca mais recursos para região e terá atuações na prevenção e promoção em saúde.
O serviço atende pessoas dos municípios de Alegria, Boa Vista do Buricá, Doutor Maurício Cardoso, Independência, Horizontina, Nova Candelária, São José do Inhacorá e Três de Maio. 
Para atender a demanda, atuam assistentes sociais, fisioterapeutas, fonoaudiólogas, psicólogas, médico neuropediatra, médico neurologista, médico clínico-geral, médico psiquiatra, profissionais da terapia ocupacional, professor de dança e educação física, professor de música, médicos otorrino-laringologistas, equipes administrativa, pedagógica e técnica de enfermagem, além da estrutura física reformulada de profissionais já atuantes na instituição.

Oferta de serviços com profissionais de medicina
A Apae firmou, em 2005, convênio com o Serviço Único de Saúde, o que possibilitou ampliar a oferta de serviços com profissionais da medicina (neurologista e psiquiatra), fonoaudióloga, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional. 
Para a implantação do Centro, foram realizadas pesquisas de demanda, capacidade de atendimento, suporte e logística para receber assessoria de fornecedores e ofertar o atendimento de qualidade. "Tendo nossa definição por agregar a especialidade auditiva, o que então caracteriza o CER II, uma instituição que atende duas especialidades: deficiência intelectual e auditiva", reforça Steiger.
Segundo o assistente social da Apae, o CER é um ponto de atenção ambulatorial especializada em reabilitação que realiza diagnóstico, tratamento, concessão, adaptação e manutenção de tecnologia assistiva, constituindo-se em referência para a rede de atenção à saúde no território.

Henrique Mohr Dumke, com 45 dias de vida, acompanhado da mãe, Solange Cristina Mohr Dumke, de Horizontina, fez o teste da orelhinha nesta semana no CER II



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