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Economia para consumo

17/05/2019 - Por João Seno
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À GUISA DE COMENTÁRIO - SOBERBA - Soberba é sinônimo de orgulho, de cheiúra. Muitos há que se gabam dos seus feitos. Eles são os orgulhosos, os soberbos. A soberba nas pessoas é como o azedo da fruta. As frutas azedas não são degustadas e, geralmente, são jogadas no lixo. Coisa semelhante acontece com as pessoas que se gabam do que fazem. Ou do que são. Os soberbos têm topete alto. E não gostam de jogar bola rasteira. Sempre chutam alto. As pessoas razoáveis são modestas, praticam a humildade. Os humildes jogam baixo e não esperam reconhecimento e elogios brotando de todos os lados. O uso da primeira pessoa do singular, quando fala o soberbo, brota sem economia. Fica bem melhor usar a primeira pessoa do plural. Modéstia é preciso. 

ECONOMIZAR É PRECISO - Olha só o que está acontecendo na Assembleia Legislativa. Um superdesperdício alto. Vamos aos números: cada deputado tem direito a 17 assessores, que ganham bem. Multipliquem isso por 53. Há deputados que não admitem mais do que 05 assessores. Fazem uma baita economia. Imitá-los é preciso.

LEVA TEMPO - O tempo muda rapidamente. Um dia é nublado e chove e no outro dia temos céu limpo e sol. É o que tivemos neste início de semana. Na segunda e terça, as condições climáticas eram horríveis e, na quarta, tivemos um céu limpo e um sol brilhando nas alturas. Comparando as condições de tempo e clima com as condições econômicas e circunstanciais de um País ou de um Estado, desde logo percebemos que existe uma quilométrica diferença. Não se corrige a economia de um País e os fatos circunstanciais e estruturais do País, de um Estado e mesmo de um município de um dia para outro.

O TEMPO NÃO AJUDOU - Infelizmente, o mau tempo conspirou contra o bom êxito da 16ª edição da Expofeira. Mesmo assim, os organizadores consideraram o evento exitoso. No entanto, várias promoções foram prejudicadas pela chuva e pelo frio. O que este colunista sempre contestou na nossa exposição-feira é o seu tempo de duração. Sem dúvida, 9 dias é tempo demasiado. A duração deveria ser, no máximo, de 04 ou 05 dias, com abertura no dia 1º de maio. Se uma das maiores feiras do País, realizada em Não-Me-Toque, tem esta duração, por que nossa feira dura essa eternidade? Muitos expositores também reclamam desse período de 9 dias adotado. E também poderia haver mais diversificação de promoções. 

POR QUE REFORMAR - A Praça Henrique Becker Filho? Ela está em boas condições e o investimento poderia ser feito no ginásio de esportes Ceslau Sawitzki, no Bairro São Francisco, para que a população pudesse usá-lo, já que está em péssimas condições. Planejar é preciso.

NOSSA SALVAÇÃO - Vejam as dificuldades para alavancar a nossa economia, depois da maior depressão econômica que tivemos ao longo dos anos, que ainda deixa resultados nefastos, principalmente, o desemprego. O nosso amado Rio Grande se salva, graças ao setor primário, a agricultura, a agropecuária e o agronegócio. O que nos salva economicamente nesta quadra do tempo é a produção de grãos - soja, milho, arroz e trigo - a produção de frutas e verduras, a produção de aves e suínos e, logicamente, não podemos esquecer a abundante produção de leite e sua industrialização, já que o Rio Grande do Sul é o segundo maior produtor de leite do País, só perdendo para Minas Gerais. Obviamente, acompanha esta produção primária, a indústria de máquinas e equipamentos agrícolas. Por isso, é preciso valorizar o setor primário, é preciso valorizar os produtores, aqueles que enfrentam as intempéries e as dificuldades causadas pelo tempo, muitas vezes inclemente e até desastroso. A indústria de produtos primários, o comércio e até os festivais e feiras dependem da excelência do setor primário. Por isso, é lamentável, quando o povo do interior passa por dificuldades com a falta de boas estradas e/ou falta de infraestrutura. Talvez, meus distintos amigos leitores ainda não tenham pensado nisso. 

FINALMENTE UM PROJETO DE LEI REGULAMENTANDO O USO DOS FOGOS DE ARTIFÍCIO EM TRÊS DE MAIO. 



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